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domingo, setembro 13, 2015

Exposição sobre António Henriques Cancelada


O encerramento do "Espaço Doces da Mimi" (alugado com mudança de ramo...) impossibilita a SCALA de organizar a exposição, "António Henriques, A Paixão pela História e Pela Incrível", que deveria ser inaugurada no próximo dia 19 de Setembro.

Por estarmos num período de férias não foi possível arranjar um espaço alternativo para este evento.

Foi bom contar com a compreensão da Comissão Organizadora do Centenário de António Henriques e dos seus familiares mais próximos, a quem agradecemos, disponibilizando-nos para colaborar no programa já elaborado.

terça-feira, julho 07, 2015

O Encerramento do "Espaço Doces da Mimi"


Caros Associados e Amigos, a SCALA informa-vos que o "Espaço Doces da Mimi" enquanto loja comercial encerrou no dia 2 de Junho e como espaço cultural dinamizado pela nossa Associação no dia 3 de Julho.

Perante este cenário ainda foi analisada a possibilidade da SCALA alugar o espaço, tendo se realizado uma Assembleia Geral Extraordinária para o efeito. Mas infelizmente a nossa Associação não tem capacidade financeira para se meter numa aventura desta envergadura (apesar das boas condições oferecidas - menos de metade do valor que acabaria por ser alugado...).

Como estava no mercado de arrendamento, apareceu alguém interessado e a sua proprietária e presidente da Direcção da SCALA, Maria Gertrudes Novais alugou o Espaço. 

Ou seja, ficámos sem o nosso lugar de excelência de dinamização cultural em Almada, muito bem explorado nos últimos três anos e meio pela SCALA, através de exposições, palestras, sessões de poesia, lançamentos de livros, etc (fizemos mais de 170 actividades...).

Como devem calcular a SCALA não acaba aqui. Voltamos sim a andar com "a casa às costas", vinte e um anos depois da nossa fundação...

quinta-feira, junho 18, 2015

Grupo "Renascer" de Novo nos Doces da Mimi


O grupo musical almadense, "Renascer", está de regresso ao "Espaço Doces da Mimi" no próximo sábado, às 16 horas, para nos animar com as suas canções durante a tarde.

Apareçam!

sexta-feira, junho 12, 2015

As "Impressões & Expressões" de Mártio


Amanhã às 16 horas será inaugurada a exposição de pintura de Mártio, "Impressões & Expressões", no "Espaço Doces da Mimi".

Será também uma boa oportunidade para falarmos de pintura e de outras artes, com Mártio e com quem aparecer...

A exposição poderá ser visitada de terça a sábado, no novo horário de funcionamento do "Espaço Doces da Mimi", das 15 às 18 horas.

sexta-feira, junho 05, 2015

Intercâmbio Poético


Na tarde de 6 de Junho, às 16 horas, o "Espaço Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A) será palco do intercâmbio poético entre o grupo "Encontro com a Poesia" (orientado pela prof.ª Helena Peixinho) e os poetas da SCALA.

Apareçam e tragam um ou dois poemas no bolso...

(O óleo é de Beril Cook)

quinta-feira, maio 21, 2015

A Poesia Vadia é Já no Próximo Sábado


Por uma questão de programação (lançamento do livro de fotografia de Modesto Viegas em Cacilhas...), a "Poesia Vadia" foi antecipada para o próximo sábado, 23 de Maio, à hora do costume, 16.30 horas.

Apareçam nos "Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A), venham declamar poesia!

domingo, abril 12, 2015

Tarde de Poesia com Orlando Laranjeiro


Ontem à tarde, depois da inauguração da exposição, "Era uma Vez um Associativista...", de homenagem a Orlando Laranjeiro (organizada por Luís Milheiro) tivemos a oportunidade de conhecer um pouco melhor as palavras e o poeta Orlando Laranjeiro.

Luís Milheiro abriu a sessão,focando a qualidade da poesia do convidado, realçando a sua musicalidade, acrescentando mesmo que quase todos os seus poemas podiam ser cantados. 

Orlando agradeceu o convite da SCALA e também falou da sua poesia, das influências que sofreu do avô, com ligações profundas ao fado, que sempre lhe incutiu a importância da rima na poesia. Não se quis assumir como poeta, acha que é mais letrista... como se um letrista não fosse um poeta...

E depois ofereceu-nos alguns dos poemas que mais o emocionam. Declamou a "Saudade", um retrato dos seus primeiros tempos como emigrante, onde nos oferece todos os seus sentimentos, toda a dor sentida, por estar longe do país, da família e dos seus amigos. E claro, encantou-nos com a "Rua Direita", que é praticamente uma biografia da rua onde cresceu e viveu alguns dos melhores momentos da sua vida, pois além de ter vivido numa das suas travessas, é a rua da sua Incrível e do seu Almada. E também da Academia onde conheceu o Amor da sua vida (a quem lhe dedicou também alguns bonitos poemas como "O Baile").


Além do Orlando, também declamaram os seus poemas a Mimi, o Luís Milheiro, o Francisco Gonçalves, a Júlia Laranjeiro e a Andreia Freire. 

Para esta tarde de poesia encerrar com chave de ouro, o Orlando e o Chico brindaram-nos com "O Mar", declamado em dueto com a qualidade que todos lhes reconehcemos.

Mais um extraordinário momento de Cultura e de Amizade, vivido no Espaço Doces da Mimi, que se encheu de amigos.

sexta-feira, abril 10, 2015

"Era uma Vez um Associativista..."


Amanhã, às 16 horas, será inaugurada a exposição bio-bibliográfica (e poética), "Era uma Vez um Associativista...", sobre Orlando Laranjeiro, organizada por Luís Milheiro.

A exposição poderá ser visitada até ao dia 8 de Maio, no Espaço Doces da Mimi (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada)

sexta-feira, março 27, 2015

Amanhã há Poesia Vadia


Amanhã, a partir das 16.30 horas o Espaço Doces da Mimi (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada) acolhe mais uma sessão de Poesia Vadia.

Se gosta de declamar ou simplesmente de ouvir poemas, apareça.

segunda-feira, março 02, 2015

A Arte de Declamar do Prof. Alexandre Castanheira


No sábado o professor Alexandre Castanheira foi homenageado na sessão de Poesia Vadia", com coincidiu com a data do seu aniversário oficial ( segundo o CC, completou 87 primaveras...). 

E como não podia deixar de ser, deu mais uma vez um espectáculo na arte de declamar, para gáudio de todos aqueles que apareceram para o aplaudir e também para lhes dedicarem alguns poemas.

Mais uma tarde de poesia muito bem passada nos "Doces da Mimi".

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Sábado há "Poesia Vadia"


No próximo sábado, 28 de Fevereiro, depois da inauguração da exposição de fotografia, "Urbanidades", às 16 horas, decorrerá mais uma sessão de "Poesia Vadia" , que homenageará uma das grandes figuras da poesia almadense, o prof. Alexandre Castanheira.

Será pela certa, uma sessão memorável para todos os amantes da poesia, no Espaço "Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada).

domingo, fevereiro 22, 2015

Abraço Fotográfico e Poético (12)


As palavras de Clara Mestre, ilustram a fotografia de Luís Eme, na despedida da 1ª Exposição Ilustrada da SCALA:

Cacilhas e o Tejo

Cacilhas tem muitas histórias famosas
Espalhadas pelas ondas murmurantes
E meigas confidências amorosas
Que ela ouve, em suspiros sussurrantes.
Mar lindo, de intensa aguarela.
A ponte sobressai sobre o mar
Cada onda tem pincelada singela
No céu rosado, o Sol o vem beijar…

terça-feira, fevereiro 17, 2015

Abraço Fotográfico e Poético (11)


As palavras de Luís Alves, ilustradas pela fotografia de Clara Mestre:

O Encanto da Natureza

Ao olhar a natureza
Em contrastes tão diversos
Vemos magia e beleza
Que nos deixa boquiabertos

O verde é pano de fundo
Onde a vida passa lenta
É a riqueza do mundo
Onde a alma se alimenta

A mãe pata a navegar
Vai com calma mas segura
Parece estar a ensinar
Os filhotes com ternura

Neste rio de prazer
A cautela vai à frente
Dar meia volta, volver
Em frente, já há corrente

O pai pato, pachorrento
No seu posto a observar
Tem que estar muito atento
Não vá algum naufragar

E quando chega a noitinha
Com seu porte de soldado
Manda todos prá caminha
P’ra um sono descansado

Esta água que nos leva
Por entre pedras e prados
É a imagem que nos chega
E nos deixa extasiados.

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Abraço Fotográfico e Poético (10)


As palavras de Manuel Delgado ilustradas pela fotografia de Aníbal Sequeira:

O Moleiro

Roda roda meu moinho
Seja a água ou o vento
Vai trabalhando sozinho
Para tirar o meu sustento

A trabalhar lentamente
O moinho a moer
É para toda a gente
Ter o pão para comer

Para fazer o bom pão
Que o povo vai comer
Enquanto houver grão
O moinho a moer

Se moer grão a grão
O moleiro tem a certeza
Que só assim o bom pão
Chegará à nossa mesa

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Abraço Fotográfico e Poético (9)



As palavras de Maria Gertudes Novais ilustradas por uma fotografia de Luis Eme:

Jardim

No jardim da saudade,
Onde o tédio é companheiro
Existe amor e verdade
Em tarde de soalheiro.
No búlicio da cidade
Mesmo ali ao lado,
Há tanta desigualdade
Num sentimento fechado.
O verde da natureza
Atenua a solidão,
Mata um pouco a tristeza
Que há dentro do coração.
Se for diferente o teu olhar,
De força e de coragem,
Poderás ainda sonhar,
Nesta vida, de passagem.

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Abraço Fotográfico e Poético (8)


As palavras de Luís Milheiro, ilustradas pela fotografia de Clara Mestre:

A Mãe Natureza
               
Quando ouvi o chamamento
Da encantatória mãe natureza
Não resisti e fui atrás da sua beleza,
Quase levado pelo vento

Daí a nada
Apeteceu-me gritar de felicidade
Mas fiquei ali em silêncio
Numa manobra de bom senso
A ver os peixes nadarem em liberdade

Pouco depois
O silêncio foi quebrado
Por um bando de pardais chilreantes
Com almas livres e errantes
Que voavam por todo o lado

Fizeram-me perder a vontade de nadar.
Afinal o que eu queria mesmo era voar
No meio da natureza
Onde é tão fácil descobrir a beleza.

A exposição continua patente no "Espaço Doces da Mimi" e pode ser visitava até ao dia 27 de Fevereiro.

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Madalena e José Saramago de Visita aos Doces da Mimi


Não éramos muitos (não chegámos às duas dezenas), mas éramos bons, daqueles que sabem escutar, questionar, e sobretudo partilhar.

Foi isso que aconteceu no sábado, com a visita da professora Madalena Mendes, que nos trouxe um livro, para ler em voz alta, o "Levantado do Chão" de José Saramago, uma das suas obras maiores, escrita em 1976, poucos meses do 25 de Novembro e da derrota da esquerda, quando ele desiludido decidiu partir para o Alentejo, para Monte Lavre, com o objectivo de dar voz a um povo há muito tempo silenciado.

E conseguiu-o, com um romance que atravessa várias gerações da família Mau Tempo, vítima de anos e anos de exploração do latifúndio, de mão dada com a igreja e a ordem de um estado, com letra pequenina.

Depois de uma primeira reflexão sobre este livro, entrámos dentro da obra de José Saramago e também da sua vida, inclusive amorosa. A sua descoberta do amor aos 63 anos não deixou ninguém indiferente, até por pessoas mais próximas dele, assistirem ao aparecimento de "um homem novo", que voltou a sorrir...

Foi tão bom contarmos com a Madalena, "leitora de voz alta", e também com todos aqueles que acrescentaram coisas boas à conversa (até poesia...), que esteve excelente, no sábado à tarde, no Espaço Doces da Mimi.