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sexta-feira, abril 20, 2018

Poesia com Liberdade no Sábado




Temos o prazer de vos comunicar que a exposição de artes plásticas "Liberdades" está patente até dia 27 de Abril na Galeria da SCALA nos dias habituais de abertura (4ª 5ª 6ª feira das 15 às 18 h  e sábados das 16 às 18 h quando existem actividades).

No próximo  sábado dia 21,  a Exposição poderá ser visitada a partir das às 16 horas. Às 17.30 horas haverá uma Sessão de Poesia integrada na Exposição "Liberdades" aberta a todos aqueles que pretenderem participar, com o apontamento nas teclas de Gabriel Sanches e finalizando com a sua exibição musical.

Será servido um Porto de Honra em Homenagem à Liberdade.

sábado, abril 14, 2018

Tarde de "Liberdades" na SCALA


A inauguração da exposição, "Liberdades", correu bem, embora sentisse a falta de "mais público"...


A pedido da Maria Manuel Pires, vice-presidente Cultural da SCALA, tirou-se uma "foto de grupo"...


E houve ainda espaço para uma surpresa bonita, a oferta de um poema do Carlos Gaspar, um dos artistas que participam na exposição, acompanhado por um bonito cravo, feito pela sua filha Margarida.

(Fotografias de Luís Eme)

sexta-feira, abril 13, 2018

As "Liberdades" dos Artistas Plásticos da SCALA


Amanhã às 16 horas será inaugurada na nossa Sede-Galeria (rua Conde Ferreira, Almada) a exposição de pintura e desenho, "Liberdades", com obras de Alzira Lopes, António Barreira, Arminda Vieira, Carlos Gaspar, D' Souza, Etelvina R, Gorfer, Hélder Assunção, Isabel Lourenço, Jorge Nuno, Maria Manuel Pires e Susete Rapaz. 

É uma boa forma de comemorarmos Abril, que será sempre o mês da Liberdade.

A exposição poderá ser visitada até ao dia 27 de Abril. 

Apareçam!

terça-feira, abril 25, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (4) - com texto de Manuel Delgado


Dia Memorável

Estamos habituados a que a Primavera nos brinde com muitas e lindas flores.
Mas naquele ano de 1974 e no dia 25 de Abril, a Primavera brindou-nos com algo de novo.
Deu-nos a liberdade, para alegria do povo,
esse dia cortou-nos as amarras de um passado tortuoso.
Esse dia inesquecível, para os portugueses, mudou tudo na nossa vida e fez com que hoje possamos escrever e falar sem receio. Tudo isto não seria possível se não fosse a coragem e união
dos Capitães de Abril e todos os intervenientes. Foi graças a esses bravos e valentes homens que nós hoje podemos viver em liberdade e democracia,
falar sem receio de estarmos a ser escutados e viajar sem sermos seguidos.
Foram esses heróis que exigiram a rendição do governo sem dispararem um único tiro e por isso ficou conhecida como a Revolução dos Cravos.
E nós portugueses temos a obrigação de lhes prestar homenagem, para que sejam sempre recordados. Obrigado Capitães!


Manuel Delgado

sexta-feira, abril 21, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (3) - com texto de Ermelinda Toscano


Serei eu livre? Ou mera prisioneira?

Sentir a liberdade é acreditar numa ilusão?
Se a minha liberdade acaba onde começa a tua, afinal são grades o que avisto no horizonte! Sinto-me presa numa gaiola de vidro que me mostra o infinito mas, todavia, não me deixa voar.
Serei eu livre? Ou mera prisioneira?»

Ermelinda Toscano

quarta-feira, abril 19, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (2) - Mais um texto de Diamantino Lourenço


Conceitos da Liberdade Pouco Poéticos

O sabor da liberdade é o daquele delituoso, na porta da prisão, após cumprimento da longa pena, respirando, enfim livre!...
Perguntemos às aves, aos pássaros que rasgam os céus entre continentes, e aos que se encontram engaiolados, mesmo em gaiolas douradas, qual o valor da liberdade.
E àqueles ancestrais naturais das Américas, do Alaska ao Chile, como era a liberdade antes e depois da chegada dos europeus, na sua sofreguidão pelo ouro.
Também perguntemos aos homens e mulheres, com anos de cárcere no Aljube, Caxias, Peniche, Tarrafal, prisioneiros sem o menor indício de qualquer crime, que só como livres pensadores pensarem de forma diferente dos próceres da Ditadura, os privarem da liberdade.
A todos aqueles políticos que se não cansam de expelirem, até à exaustão, a palavra liberdade para após a subida ao poder a encarcerarem.
A maior expressão da liberdade nos modernos tempos foi o 25 de Abril e o 1º de Maio.
Seguiram-se desmandos em nome dela, mas felizmente por aí continua para os corrigir.


Diamantino Lourenço

terça-feira, abril 18, 2017

"Olha a Liberdade!" - As 25 Obras Expostas (1)


Publicamos hoje os primeiros cinco quadros da exposição, "Olha a Liberdade!" (pela ordem como estão expostos na parede da Sede-Galeria da SCALA).

Informamos que a exposição poderá ser visitada de quarta a sexta, entre as 15 e as 18 horas, na sede da SCALA (rua Conde Ferreira).

quarta-feira, maio 07, 2014

A Revolução de Abril e a Cultura


A SCALA organiza no próximo sábado, às 16 horas, nos "Doces da Mimi", um colóquio que promete, com três bons convidados, que possibilitarão a hipótese de se gerar uma boa troca de impressões sobre um tema que diz muito a todos os agentes culturais.

quarta-feira, abril 23, 2014

Os Poetas da SCALA na Rua da Liberdade


No próximo sábado durante a sessão de Poesia Vadia sobre a Liberdade será apresentado um pequeno caderno com catorze poemas da autoria de catorze poetas scalanos.

Mais exactamente de: Abrantes Raposo, Alberto Afonso, Américo Morgado, Aníbal Sequeira, Artur Vaz, Clara Mestre, Fernando Barão, Laura Guinot, Luís Alves, Luís Milheiro, Manuel A. Delgado, Maria Amélia Cortes, Maria Gertrudes Novais e Nogueira Pardal.

A bonita capa foi feita a partir de um desenho da autoria do nosso associado, Mártio.

terça-feira, abril 22, 2014

A Liberdade na Poesia Vadia


No dia 26 de Abril realiza-se mais uma sessão de Poesia Vadia, desta vez com temática, sobre a Liberdade.

É uma boa altura para relembrarmos os nossos poetas da Liberdade, de Almada e do nosso País.

O espectáculo começa às 16.30 horas no Espaço "Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A).

Apareçam, venham festejar a Poesia de Abril.

sexta-feira, abril 11, 2014

"Cravos da LIberdade - fotografias com palavras"


Amanhã às 16.30 horas é inaugurada a exposição, "Cravos da Liberdade - fotografias com palavras", de Luís Eme, no Espaço Doces da Mimi (rua da LIberdade, nº 20 A).

Como o título nos indica, as imagens são acompanhadas de "palavras-poema". E têm ainda outra particularidade: todas tem dentro de si, cravos, os "Cravos da Liberdade".

quarta-feira, abril 24, 2013

A Liberdade Passa pela "Poesia Vadia"


No dia 27 de Abril realiza-se a habitual sessão  "Poesia Vadia" (sempre no último sábado de cada mês...) no "Espaço Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A), organizada pela SCALA e pelos Poetas Almadenses, que irá relembrar Abril e a Liberdade, claro.

Apareçam!

domingo, maio 08, 2011

Alves Redol, o Escritor e o Homem

No ano em que se comemora o centenário do nascimento de Alves Redol, a SCALA recebeu na "Tertúlia do Dragão" o seu filho, o eng. António Mota Redol, que foi apresentado pela profª Edite Condeixa.

António Redol trouxe-nos um filme biográfico de cinquenta minutos, onde é feito um excelente retrato do escritor ribatejano (o primeiro autor português a escrever uma obra literária da corrente neo-realista, "Gaibéus", em 1939), e também a emoção e o orgulho de ser filho de um grande homem e de um grande escritor, muito mais multifacetado do que a maior parte das pessoas presentes imaginavam.

Além da sua acção politico-cultural (esteve preso em Caxias e viu algumas obras apreendidas pela PIDE), com uma grande ligação ao movimento associativo, fez teatro (no filme fala sobre esta paixão e sobre a escrita teatral) e escreveu argumentos para filmes ("Nazaré" e "Avieiros").

Alves Redol foi sempre um cidadão atento ao mundo que o rodeava.

A SCALA não pode deixar de se congratular por mais este momento grande das nossas tertúlias.

quinta-feira, abril 23, 2009

Almada Cidade de Abril


Almada fervilha em Cultura no mês de Abril.
Exposições, colóquios, sessões de poesia, concertos musicais, sessões comemorativas, etc.
O Município, as Juntas de Freguesia, as colectividades e os almadenses esquecem diferenças e comungam todos, num grande coro:

«Viva a Cultura! Viva a Liberdade! Viva a Democracia!»