Após a inauguração da mostra artística, decorrerá uma conversa aberta sobre o "Ginjal: memória e futuro", porque não convém que fiquemos muito distraídos em relação ao que irá ser o futuro desta "janela aberta de par em par" para o Tejo, que se quer que continue a ser de todos.
SCALA - A SUA HISTÓRIA E AS SUAS GENTES...
Este blogue foi criado como mais um elemento informativo da SCALA, uma Sociedade Cultural de Almada, que dá uma atenção especial às Artes e Letras, deste Concelho à Beira Tejo plantado. Como as duas pessoas que o criaram e "alimentaram" já não fazem parte dos Corpos Gerentes da SCALA, a partir de 2019 ele promete continuar a ser Scalano, mas deixa de ser um "blogue oficial", apostando mais na vertente histórica, e navegando com total liberdade pelas "águas" da Cultura e História de Almada...
sexta-feira, março 20, 2026
"Ginjal: memórias que cabem dentro de retratos"
segunda-feira, março 09, 2026
Parque Mayer na Incrível
«Inaugurado no longínquo ano de 1922, em 15 de Junho, o Parque
Mayer, foi o local de eleição lisboeta para os espetáculos de teatro de
Revista.
Ficou conhecido como a "Broadway portuguesa", por
nele chegarem a funcionar em simultâneo os seus 4 teatros que levaram à cena,
centenas de espectáculos de Revista, comédia, farsa, opereta, e outros
entretenimentos.
Além dos teatros, o Parque Mayer oferecia uma variedade de
divertimentos populares, como carrinhos de choque, “tirinhos” e pavilhões de
jogos de salão, sem esquecer as competições emocionantes de Luta Livre e boxe,
realizadas nas temporadas de Verão nas décadas de 50 e 60, que atraíam
multidões.
Não faltavam ainda, os populares restaurantes, as tascas de
petiscos e farturas e as bancas de
bebidas frescas, limonadas, capilé e groselha, muito procuradas pelos
visitantes do Parque Mayer nos meses quentes do ano …
O Parque Mayer foi um
marco importante na cidade de Lisboa e uma memória querida para muitos
portugueses, que neste recanto da capital, marcou vincadamente as suas vidas,
numa forma de prazer, diversão e alegria…»
Apareçam. Vão passar uma bela tarde!
sexta-feira, março 06, 2026
A Festa das Artes da SCALA está aí...
Talvez seja essa a nota mais importante sobre esta mostra colectiva, ainda que por vezes as pessoas não percebam muito bem onde estão inseridas.
É apenas uma Festa de Artes, com artistas e também com pessoas comuns que gostam de pintar, desenhar ou fotografar...
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
segunda-feira, novembro 10, 2025
Modesto Viegas, um "feiticeiro da água e da fotografia"
sábado, outubro 04, 2025
O "Largo Fernando Barão" em Almada
(Fotografias de Luís Eme - Almada)
terça-feira, setembro 30, 2025
O festejado (e prometido) "Largo Fernando Barão"
É uma excelente notícia para todos os Scalanos e Cacilhenses, esta homenagem ao nosso sócio fundador, Fernando Barão.
Informamos que o descerramento da respectiva placa, realiza-se no dia 3 de Outubro (sexta-feira), às 17.30 horas.
Apareçam!
(Fotografia de Gena Souza)
segunda-feira, setembro 01, 2025
quinta-feira, julho 10, 2025
terça-feira, julho 08, 2025
"As Artes (e as manhas) dos quinze fundadores da SCALA"
Transcrevemos os respectivos títulos de cada crónica:
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
sexta-feira, junho 20, 2025
Ficamos muitas vezes mais pobres, mesmo sem nos apercebermos...
É por isso que quando nos deixam duas pessoas num curto espaço de tempo (uma semana...), ligadas ao mundo dos livros, perguntamos, por onde andámos, que nunca tivemos "tempo" para ter uma simples conversa (ao telefone não conta...) com elas...
Falo de Armindo Reis e Teresa Rita Lopes, professores, escritores e poetas... O homem esguio que gostava de escrever para crianças e a mulher de olhos cor de mar, que viveu sempre apaixonada por Pessoa.
Se com a Teresa Rita só falei, uma vez, ao telefone, com o Armindo, começámo-nos a cumprimentar há menos de um ano, de uma forma simpática, por almoçarmos às segundas no mesmo restaurante e termos um ou outro amigo em comum...
Não foi por nos deixarem que passaram a ser boas pessoas ou melhores escritores. Até porque nos deixaram os seus livros para os revisitarmos... Mas não deixa de ser estranho, que tenhamos vivido na mesma cidade e tenhamos passado a vida a percorrer ruas diferentes...
Nota: texto publicado inicialmente no "Largo da Memória" e no "Casario do Ginjal". Armindo Reis era associado da SCALA.
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)




.jpg)


%20(1).jpg)