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sábado, novembro 16, 2024

Américo Morgado: a eloquência e o gosto da partilha do saber


O professor Américo Morgado foi uma das boas surpresas que surgiram no seio da SCALA.

Filósofo de formação, era um verdadeiro pedagogo e também um excelente comunicador. E claro, era um dos poetas Scalanos (além de ter uma vasta obra publicada, estava sempre disponível para colaborar num dos muitos cadernos que editámos ao longo do tempo).

Felizmente, a SCALA e os Scalanos beneficiaram do seu saber, tanto nas suas "Tertúlias do Dragão" como noutros encontros formais e informais, realizados em vários lugares de Almada, onde bebiam cada uma das suas palavras, com grande satisfação.

Calmo e extremamente bem formado, tinha sempre uma palavra amiga para todos, dando um grande contributo para o nosso bem-estar colectivo.

(Gente da História da SCALA - XXVIII)

(Fotografia de Gena Souza)


sexta-feira, novembro 08, 2024

Guiomar Malaquias e Joana Corte, uma cumplicidade feminina especial no seio da SCALA


Guiomar Malaquias e Joana Corte foram duas das presenças mais assíduas nas "Tertúlias da SCALA do Dragão", e por isso mesmo faziam parte da chamada "Família Scalana". 

Sem qualquer desprimor para outros associados, foi nesta Tertúlia, que se criou um ambiente quase familiar, com todos aqueles que só faltavam um dos nossos serões culturais mensais, por razões inadiáveis.

A Guiomar e a Joana, faziam parte deste grupo, eram duas das pessoas que tinham prazer em conviver com os outros amigos, num ambiente de grande amizade e companheirismo. Aproveitando ao mesmo, para adquirir mais algum conhecimento, sobre isto ou sobre aquilo.

Sem fazeram parte dos "activos culturais" da SCALA, foram duas peças fundamentais para o bom relacionamento humano que se vivia na nossa Associação, num tempo diferente deste que se vive na actualidade...

(Gente da História da SCALA - XXVI e XXVII)

(Fotografia de Luís Eme)


sábado, maio 11, 2024

"Três Amigos, Três Estilos" (com memórias...)


Sei que já devia estar a trabalhar no segundo volume de "Gente da SCALA", mas parece que vou ter de escrever sobre mais que 30 pessoas (algumas aparecem-me em "duetos"...).

Entretanto ontem estive na Sede/ Galeria da SCALA a ajudar na montagem de uma exposição de três amigos.

Gostei "deste voltar", ainda por cima por uma boa causa: a amizade.

No regresso a casa dei por mim a pensar nas horas que perdia (e ganhava), como activista cultural. Foram bons momentos, em que tive a oportunidade de conhecer melhor várias pessoas e tornar-me amigos de algumas. Claro que, como acontece nestas coisas, apareceram também duas ou três "nuvens negras" (apesar do brilho do Sol...), a recordar o "pagamento" que recebi de toda esta disponibilidade...

Mas o bom foi estar com a Alzira, a Goreti e o Hélder, ajudando-os a "embelezar" a exposição que é inaugurada hoje, às 16 horas, "Três Amigos, Três Estilos".


terça-feira, abril 16, 2024

Gena Souza: a arte de estar, de criar e de sorrir


A Gena (Eugénia) de Souza entrou na SCALA, de uma forma tímida, quase escondida atrás das costas do Américo, seu companheiro, que também era (e é) o pintor D' Souza. 

Claro que o seu sorriso aberto e bonito não se conseguia esconder, muito menos a sua energia positiva, tão contagiante. Só por isso era uma mais valia para a nossa Associação Cultural. Mas a Gena foi sempre muito mais que um sorriso...

Quando se tornou tesoureira da SCALA, não se ficou pelos números, as suas preocupações e interesses chegavam a quase todo o lado. E como a presidente gostava de ter um papel quase "decorativo" (era muito boa a passar tarefas para os outros...) e estávamos longe de ter um secretário a sério, a organização administrativa da SCALA passou a ter mais que o seu dedo, a sua mão...

Além destas qualidades, a Gena tinha o verdadeiro espírito associativo (tão em desuso...), gostava de trabalhar em prol da comunidade, sentia prazer em trabalhar para os outros. E outra coisa, não menos importante, sabia ouvir.

Gostava muito de fotografia e tinha qualidade artística (foi muito bom quando saiu da sombra e começou a expor as suas imagens...).

O desaparecimento precoce da Gena, foi uma das maiores perdas da SCALA a que assistimos, devido à sua disponibilidade, alegria, companheirismo e qualidade de trabalho.

(Gente da História da SCALA - XII)

(Fotografia de Luís Eme) 


sexta-feira, agosto 11, 2023

"Os três jovens que ajudaram a fundar a SCALA"...


Escrevi há pouco tempo um texto sobre os três associativistas que possuíam o espírito mais jovem, entre os 15 fundadores da SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, que no próximo ano faz 30 anos de vida. O título que lhe dei diz quase tudo: "Os três jovens que ajudaram a fundar a SCALA".

Claro que não medi a sua juventude pelos números que constavam nos seus Bilhetes de identidade (em 1994 ainda não existia a CC...). Se o fizesse ultrapassava os 200 anos e acabava por estragar a "loiça toda".

Falo de Henrique Mota, Fernando Barão e Diamantino Lourenço, que felizmente ainda está entre nós e festeja hoje os seus 92 anos de vida e vai continuando em boa forma (tendo em atenção o seu escalão etário, claro...). física e intelectual.

Mesmo tratando-se de uma opinião, que apenas vincula o seu autor, ela é feita com conhecimento de causa. Estas três grandes figuras locais, além de oferecerem o seu historial cultural e associativo a uma Colectividade que dava os seus primeiros passos, também arregaçaram as mangas e deram um contributo decisivo para o crescimento da SCALA nos primeiros anos. 

Diamantino tinha ainda uma outra característica pessoal, que fazia dele um verdadeiro "operário da cultura", não se escusava a nenhuma tarefa, tanto podia pregar um prego na parede para uma exposição como escrever um texto escorreito, sobre qualquer grande figura de Almada ou do País, para o boletim. 

Sei que na parte final do texto que escrevi, sobre o grande contributo que estes três amigos deram à SCALA e à Cultura Almadense, levanto uma questão pertinente: como teria sido esta Associação, se tem sido fundada dez anos antes (o Henrique em vez de ter 73, tinha 63 anos, o Fernando em vez de ter 70 tinha 60 anos e o Diamantino em vez de 62 tinha 52 anos). Com toda a certeza, teriam  dado ainda mais de si ao Associativismo Cultural de Almada, tornando a SCALA ainda mais relevante.

E já me estava a esquecer: "Parabéns Diamantino!"

Nota: texto publicado inicialmente no "Casario do Ginjal".

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas, a "Tertúlia do Repuxo")


domingo, julho 12, 2020

A SCALA e a Velha Parábola de "O Velho, o Rapaz e o Burro"...


Não faço ideia de quem escreveu a parábola de "O Velho, o Rapaz e o Burro". Sei apenas que ela irá permanecer actual enquanto existirem no mundo pessoas de idade, jovens e animais.

Pensei nela numa conversa que tive recentemente com alguém, mais jovem que eu, que queria saber o que tinham sido as "Tertúlias da SCALA no Dragão". 

Fiz uma pequena síntese histórica onde tive obrigatoriamente de falar no seu ideólogo, Fernando Barão, sem me retirar do retrato (fui eu que continuei o seu legado durante vários anos...). Mas o que este rapaz quis saber era quais eram os nossos objectivos, e se eles tinham sido conseguidos, ao longo de mais de onze anos, em que realizámos tertúlias culturais no primeiro andar do café "Dragão Vermelho", por onde passaram algumas das personagens mais importantes e curiosas da Cultura Almadense (e também algumas figuras nacionais, como foram o caso de Raul Solnado ou Vasco Lourenço).

Disse-lhe que os nossos objectivos, enquanto associação cultural (a SCALA é sobretudo uma associação cultural), foram amplamente conseguidos. Destruímos alguns mitos, o maior talvez fosse a capacidade de fazer algo de importante, sem ter nenhuma ligação ao Poder Local (o único apoio que recebemos foi dos donos do "Café Dragão Vermelho", que sempre nos deram apoio e a única contrapartida que recebiam era a despesa que fazíamos, quem queria ía lá jantar, quem queria apenas assistir à "Tertúlia", podia apenas beber um café...).

Por sabermos que havia uma grande défice cultural no nosso país, achámos por bem, fazer algo de diferente, que enriquecesse as pessoas, ao mesmo tempo que lhes oferecia um convívio familiar (e durante anos sentimos-nos mesmo uma "família", os meus filhos cresceram lá, apaparicados por todos aqueles amigos...). 

Claro que tivemos alguns "inimigos" de peso. O maior talvez fosse o futebol (a "Tertúlia" era mensal e realizava-se na primeira quinta-feira no mês e muitas vezes coincidia com as jornadas europeias...). Notava-se a ausência de alguns amigos quando jogava o Benfica, o Sporting ou o Porto...

Mas estou a "estender o lençol", sem dizer o que queria... Quando fui buscar "O Velho, o Rapaz e o Burro", tem muito a ver com as reacções dispares de algumas pessoas, para justificarem a sua ausência: uns não iam porque era demasiado "intelectual"; outras achavam que aquela cultura era demasiado popular; e outros ainda, achavam que deviam ser só para a SCALA e com pessoas da SCALA...

Estavam todos errados. Embora soubéssemos (eu e o Fernando, falámos várias vezes sobre o assunto...) que a cultura era uma coisa de minorias, queríamos chegar ao maior número de pessoas, sem qualquer tipo de prurido social ou cultural.

E foi muito bom, enquanto durou... Como tudo na vida, teve o seu tempo. Mas foi uma boa "pedrada no charco" na cultura de Almada.

Nota: texto publicado inicialmente no "Casario do Ginjal".

(Fotografia de Gena de Souza - Almada)

domingo, maio 17, 2020

Parabéns Ginásio pelo Primeiro Centenário


Se há Colectividade no Concelho de Almada a quem a SCALA muito deve, é ao Ginásio Clube do Sul.

Quando precisávamos de um espaço para nos reunirmos e encontrarmos, cederam-nos, graciosamente, uma sala do Centro Comercial M. Bica, que funcionou com sede durante mais de uma década.

Também desenvolvemos várias parcerias culturais, promovendo exposições artísticas (pintura e fotografia) no hall do Pavilhão Polidesportivo e realizando o "Prémio Henrique Mota", um concurso literário de homenagem ao nosso sócio fundador, Henrique Mota, uma das grandes figuras da história do Ginásio Clube do Sul.

Ou seja, temos motivos vários para estarmos gratos pela camaradagem  e pela amizade desta colectividade, que a partir de hoje, entra para o clube das "Centenárias de Almada".

Gratos, cantamos, "Parabéns Ginásio!"

quinta-feira, março 05, 2020

O Dia de Aniversário da SCALA


Hoje é a data oficial da fundação da SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, criada no ano de 1994, por 15 homens ligados à cultura e ao associativismo Almadense.

Uma boa parte deles foram (e são) bons amigos, aprendi muito com eles, sobre a história de Almada, mas também sobre a natureza humana. E não esqueço que foram eles que me abriram as portas do Associativismo, que era uma marca única da nossa Terra.

Dos que já partiram, não esqueço o Arménio Reis, o Henrique Mota e o Victor Aparício. Dos que ainda cá estão, é bom ainda puder trocar dois dedos de conversa com o Fernando Barão, o Diamantino Lourenço e o Abrantes Raposo.

Apesar da SCALA de hoje já não ser a Sociedade que fundaram, têm todos motivos de sobra para estarem orgulhosos, pelo muito que fizeram pela Cultura Almadense.

(Desenho da autoria de Any Ana, outra grande Amiga que conheci graças à SCALA e que já não está entre nós...)

Nota: Texto publicado inicialmente no blogue "Casario do Ginjal" e transcrito para o blogue Scalano.

terça-feira, janeiro 29, 2019

A SCALA e a "Tertúlia do Repuxo"


A SCALA "nasceu" em vários lugares, mas terá sido nas mesas do Café Repuxo, da Praça Gil Vicente, na "fronteira" entre Cacilhas e Almada, que mais se conversou, debateu e discutiu, sobre a necessidade de se fundar uma associação cultural em Almada.

Os companheiros que se encontravam no "Repuxo", nas manhãs de sábado (e por vezes também ao domingo...).tinham pelo menos três interesses comuns: a paixão pelos livros, pelo associativismo e também pela história local. 

Embora estes encontros se realizassem durante os anos 1980, é no começo da década seguinte que eles se tornam mais participados, e a terem um objectivo comum: o desenvolvimento da tal ideia de se criar uma associação cultural, que pudesse defender os ideais artísticos, em todas as áreas da cultura (literatura, artes plásticas, música, fotografia, cinema, teatro, património, etc).

Apesar de muito boa gente "torcer o nariz à ideia", estes homens não mais pararam de andar para a frente, até conseguirem o seu propósito: a fundação da SCALA.

Ainda recordamos os tempos em que se enchiam duas mesas e se juntavam mais de uma dezena de Scalanos, com conversas cheias de interesse (foi aqui que ouvimos falar pela primeira vez de inúmeras personagens da história do Concelho de Almada, assim como de acontecimentos importantes que desconheciamos...). E nunca mais deixámos de frequentar o "Repuxo", até à actualidade.

Infelizmente o tempo tudo leva e a tertúlia encontra-se inactiva desde 2015, pois nos últimos três anos só se costumam encontrar por lá duas pessoas, e já não é todos os sábados...

Esta fotografia tem um simbolismo especial, pois retrata aqueles que melhor defenderam o espírito Scalano, ao longo dos anos, graças à sua qualidade humana e também à sua paixão pela Cultura e pelo Associativismo. São eles: Henrique Mota, Diamantino Lourenço e Fernando Barão.

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, janeiro 20, 2018

Foi Bom Recordar a Gena e o "Erick", Hoje à Tarde na SCALA...


A inauguração da exposição de fotografia, "Gena: Olhares com Memória", foi mais um belo momento de Cultura na nossa sede social, com a presença de inúmeros amigos e amigas, que quiseram vir "abraçar" e recordar a nossa amiga Gena Souza, que nos deixou há exactamente um ano e um dia...


O Américo fez as honras da casa, fazendo uma visita guiada às primeiras visitantes, parando no seu quadro, onde retratou alguns momentos e lugares marcantes da sua vida partilhada com a Gena na tela...


E depois foi tempo de se falar dos cadernos apresentados, dos "Poemas Dispersos" escritos e ilustrados pelo Erick, a "pele artística" do Américo nos anos sessenta e na primeira metade dos anos setenta do ano passado, na primeira pessoa, com uma ou outra interrupção, como a de Luís Milheiro, que falou do segundo caderno com o título da exposição, que quis dar um outro olhar sobre a exposição, com nove poemas / ilustrações do Luís sobre nove fotografias da Gena. 


Houve também espaço para a declamação de cinco poemas de homenagem à Gena escritos por Mimi, Clara Mestre, Luís Alves, Américo Morgado (lido por Luís Milheiro) e Milena (lido por Etelvina R).


E no final houve espaço para autógrafos, num ambiente de amizade e de grande cumplicidade entre o "Erick" e os seus alunos.

(Fotografias de Luís Eme)

domingo, janeiro 07, 2018

"Cores e Sonhos" no Dia de Reis na SCALA


A exposição "Cores e Sonhos" foi  inaugurada na tarde de ontem com a presença de quatro (Alzira, Etelvina, Helder e Susete) dos seis artistas da ARTIS (a Gorete e a Maria Luísa não puderam estar), que nos maravilharam com a sua arte, naquela que é a primeira exposição do ano, na Galeria da SCALA.


Foi bom ver algumas caras novas na nossa Sede/ Galeria.


E como de costume houve alegria (como é imagem de marca deste grupo de amigos), convívio, ao qual nem sequer faltou o tradicional bolo rei e o moscatel, para se brindar a 2018 e a todos os presentes.

(Fotografias de Luís Eme)

domingo, dezembro 17, 2017

A Festa de Natal da SCALA


A Festa de Natal foi mais uma boa jornada de convívio na nossa sede social, entre dirigentes e associados.


Não faltou alegria, canções e poesia.

(Fotografias de Mimi)

segunda-feira, dezembro 04, 2017

A Exposição do Apoio dos Sócios à SCALA...


Está patente na nossa sede a  "2.ª Exposição de Pequeno Formato da SCALA", com obras de: Alzira Lopes, Arminda Vieira, Clara Mestre, D' Souza, Etelvina R, Gorfer, Helder Assunção, João Carvalho, Luís Eme, Maria de Lourdes Mourinho, Maria Luísa e Mártio.

As obras expostas foram oferecidas pelos autores e serão licitadas na tarde de 8 de Dezembro (a partir das 16 horas) a favor da SCALA.

Desta vez o valor angariado já tem destino: aquisição de vidros anti-reflexo e de novas molduras para as exposições da nossa Associação.

Apareçam. Além de poderem levar algo que gostem para casa, ajudam a SCALA.

terça-feira, novembro 14, 2017

A Exposição de Homenagem ao Romeu...


A exposição "Romeu, entre Palavras, Olhares e Sonhos", organizada e idealizada por Luís Milheiro, foi inaugurada no sábado à tarde com a presença de vários amigos. 


Houve ainda outro atractivo, a animação musical do Gabriel, com a sua "pianola".


A sua originalidade e qualidade tem sido bastante elogiada por todos aqueles que já a visitaram.

Informamos que a exposição pode ser visitada até ao dia 24 de Novembro, no horário habitual de funcionamento da sede / galeria (quartas, quintas e sextas entre as 15 e as 18 horas).

(fotografias de Luís Eme)

domingo, novembro 05, 2017

A Apresentação do "Passeio Mágico com Romeu Correia"


Na tarde de ontem a Sala Pablo Neruda encheu-se de gente, que não quis perder a apresentação do livro, "Passeio Mágico com Romeu Correia", do nosso sócio e dirigente, Luís Alves Milheiro.


A mesa de honra foi composta por Maria João Ferro, em representação da Câmara Municipal de Almada, o autor, Fernando Barão, um dos nossos sócios fundadores que apresentou o livro e também Francisco Gonçalves, grande actor amador e associativista, que declamou dois poemas de Fernando Barão dedicados a Romeu Correia.
Fernando Barão com a bonita idade de 93 anos, fez uma excelente apresentação do livro, falando do livro e recordando pequenos episódios sobre o Romeu e sobre Almada.


Luís Milheiro fez o agradecimento final, grato a todos os amigos que disseram presente, não se esquecendo de revelar  que o objectivo principal deste livro é  dar a conhecer aos almadenses (com um foco especial nos que não tiveram o prazer de conhecer) Romeu Correia, pelas suas próprias palavras, nas vertentes em que mais se celebrizou (como desportista, escritor e dramaturgo), sem esquecer os seus lugares de eleição e outros temas pertinentes.

(Fotografias de João Miguel)

quarta-feira, setembro 20, 2017

A Exposição Anual da Imargem na Galeria Municipal


A Exposição Colectiva da Imargem, na Galeria Municipal de Almada, é inaugurada amanhã às 21.30 horas. 

Além da participação artística de vários Scalanos nesta mostra de arte, sempre de grande qualidade, este ano a exposição conta ainda com um ponto de interesse especial para todos nós; a nossa querida Gena Souza, que nos deixou em Janeiro, é uma das homenageadas (tal como Maria Bargado e Carlos Morais) pela Imargem.

domingo, maio 21, 2017

Orlando Laranjeiro e "Almada Antes e Depois de Abril"


Ontem à tarde a SCALA teve, mais uma vez, o prazer de ter como convidado Orlando Laranjeiro, uma das figuras mais marcantes do Movimento Associativo Almadense, que nos levou de viagem pelos momentos mais importantes que viveu no seio das colectividades de Almada, ainda que o foco principal da sua intervenção tivesse incidido no espectáculo, "Almada Antes e Depois de Abril", que idealizou, encenou e levou aos palcos das três principais associações da história do Concelho (Incrível Almadense, SFUAP e Academia Almadense), que apoiaram e participaram de forma activa nesta festa da Cultura e do Associativismo, em 1983 e 1984.


As cerca de quatro dezenas de pessoas presentes beberam cada uma das palavras deste homem especial, que continua a deixar a sua marca na história de Almada, com o seu testemunho e a sua seriedade. Não foi por acaso que esta "tertúlia" também teve uma apoteose, tal como o "Almada Antes e Depois de Abril", quando no final da intervenção do Orlando, toda a plateia se levantou para o aplaudir e aclamar, como grande Amigo, mas sobretudo como grande Associativista e figura da história de Almada.



Luís Milheiro no final, prometeu fazer todos os possíveis para que a intervenção do Orlando seja publicada num livrinho, para que o seu percurso associativo e o espectáculo "Almada Antes e Depois de Abril" não caiam no esquecimento.

(Fotografias de Diamantino Lourenço e Luís Eme)

domingo, abril 23, 2017

"Olha a Liberdade!" a Passar pela SCALA


Ontem a SCALA festejou Abril com Cultura, Convívio, Amizade e Alegria, com velhos e novos amigos que encheram a nossa casa (temos mesmo de comprar mais cadeiras...) e declamaram muita poesia com e em liberdade. Houve menos canções do que se poderia esperar, mas mesmo assim a Amélia recordou o Zeca com a sua bonita voz e conseguiu que quase toda a gente cantasse num coro sem afinações, como se quer nas festas.


O folheto que foi distribuído, com 25 quadros e 25 poemas e textos em liberdade, foi quase todo lido (o Aníbal, o Luís e Alzira homenagearam alguns dos ausentes...), para gáudio da assistência.

E no final a sede voltou a ser galeria, foi possível ver os 26 quadros (apareceu mais um à última hora para festejar a Liberdade...) com mais atenção, sentir o significado da liberdade em cada uma das pinturas, fotografias ou desenhos.


E o Gabriel resolveu dar-nos música com o seu órgão, o que foi aproveitado para algumas amigas mais divertidas ensaiarem um pé de dança.

(Fotografias de Luís Eme)