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sexta-feira, março 20, 2026

"Ginjal: memórias que cabem dentro de retratos"


É inaugurada amanhã, às 16 horas, na sede/galeria da SCALA a exposição de fotografia, "Ginjal: memórias que cabem dentro de retratos", da autoria de Luís Eme.

Após a inauguração da mostra artística, decorrerá uma conversa aberta sobre o "Ginjal: memória e futuro", porque não convém que fiquemos muito distraídos em relação ao que irá ser o futuro desta "janela aberta de par em par" para o Tejo, que se quer que continue a ser de todos.


quinta-feira, junho 20, 2024

"uma pequena viagem pelo mundo de Fernando Barão"


"Uma pequena viagem pelo  mundo de Fernando Barão" tenta dar a conhecer, pequenos pormenores da vida deste "Renascentista da Cultura", que poderão ter escapado aos almadenses, que se interessam pela cultura e pelo associativismo.

É uma mostra quase biográfica, que merece ser visitada, por todos aqueles que conheceram o Fernando Barão, e também por quem tenha curiosidade em ficar a conhecer um pouco esta grande Personalidade Cacilhense, a quem nunca ficou mal o título de "Barão de Cacilhas".

A exposição é inaugurada no próximo sábado, 22 de Junho, às 16 horas, na Sede/ Galeria da SCALA.»


quinta-feira, abril 25, 2024

Luís Milheiro: juiz em causa própria


Eu sei que é uma situação estranha estar aqui a falar de mim, mas a vida é o que é…

Mas como sempre fui um dos elementos mais activos no panorama cultural da SCALA, seria um acto de falsa modéstia “esconder” o meu nome da sua história, apenas por ser o autor…

O facto de ser o seu primeiro sócio não fundador, faz com que tenha acompanhado a sua história desde início. Fiz parte Corpos Gerentes durante 20 anos (fui vice-presidente e depois presidente da Direcção; fui também secretário e depois Presidente da Mesa da Assembleia Geral…). Fui director do boletim da Colectividade (“O Scala”), em duas fases diferentes.

Fui também o principal responsável pela edição de várias antologias de poesia e também o ideólogo da edição de uma obra importante, “Gente de Letras com Vínculo a Almada”, um dicionário bio-bibliográfico, de co-autoria com Diamantino Lourenço, Victor Aparício e Abrantes Raposo (editada na comemoração do 10.º aniversário da SCALA).

Com a desistência dos organizadores do Concurso de Fotografia “Almada a Terra e as Gentes”, a meio do projecto, fui escolhido como o principal dinamizador das suas edições sobre a Cova da Piedade, Feijó e Laranjeiro, Pragal, Sobreda e Trafaria, visitando todas as Freguesias de Almada, como estava previsto no início.

Durante mais de quinze anos, fui o responsável pela nossa exposição anual, baptizando-a como “Festa das Artes da SCALA” (fazia mais sentido, pois era e é uma festa).

Quando o Fernando Barão passou para a rectaguarda da realização das “Tertúlias do Dragão”, passei a ser o seu grande dinamizador, por saber da sua importância.

E acabei por ter também um papel importante na cedência da actual sede/galeria pela CMA, graças ao presidente do Município, Joaquim Judas (os outros vereadores, Maria do Carmo e António Matos, disseram-nos que o espaço já estava destinada para alguém…) e na sua transformação num "território cultural".

Muito mais haveria a dizer, mas fico-me por aqui, satisfeito pelo meu percurso associativo, artístico e literário como associado e dirigente Scalano…

(Gente da História da SCALA - XV)

Fotografia de Gena Souza)


terça-feira, fevereiro 27, 2024

domingo, julho 12, 2020

A SCALA e a Velha Parábola de "O Velho, o Rapaz e o Burro"...


Não faço ideia de quem escreveu a parábola de "O Velho, o Rapaz e o Burro". Sei apenas que ela irá permanecer actual enquanto existirem no mundo pessoas de idade, jovens e animais.

Pensei nela numa conversa que tive recentemente com alguém, mais jovem que eu, que queria saber o que tinham sido as "Tertúlias da SCALA no Dragão". 

Fiz uma pequena síntese histórica onde tive obrigatoriamente de falar no seu ideólogo, Fernando Barão, sem me retirar do retrato (fui eu que continuei o seu legado durante vários anos...). Mas o que este rapaz quis saber era quais eram os nossos objectivos, e se eles tinham sido conseguidos, ao longo de mais de onze anos, em que realizámos tertúlias culturais no primeiro andar do café "Dragão Vermelho", por onde passaram algumas das personagens mais importantes e curiosas da Cultura Almadense (e também algumas figuras nacionais, como foram o caso de Raul Solnado ou Vasco Lourenço).

Disse-lhe que os nossos objectivos, enquanto associação cultural (a SCALA é sobretudo uma associação cultural), foram amplamente conseguidos. Destruímos alguns mitos, o maior talvez fosse a capacidade de fazer algo de importante, sem ter nenhuma ligação ao Poder Local (o único apoio que recebemos foi dos donos do "Café Dragão Vermelho", que sempre nos deram apoio e a única contrapartida que recebiam era a despesa que fazíamos, quem queria ía lá jantar, quem queria apenas assistir à "Tertúlia", podia apenas beber um café...).

Por sabermos que havia uma grande défice cultural no nosso país, achámos por bem, fazer algo de diferente, que enriquecesse as pessoas, ao mesmo tempo que lhes oferecia um convívio familiar (e durante anos sentimos-nos mesmo uma "família", os meus filhos cresceram lá, apaparicados por todos aqueles amigos...). 

Claro que tivemos alguns "inimigos" de peso. O maior talvez fosse o futebol (a "Tertúlia" era mensal e realizava-se na primeira quinta-feira no mês e muitas vezes coincidia com as jornadas europeias...). Notava-se a ausência de alguns amigos quando jogava o Benfica, o Sporting ou o Porto...

Mas estou a "estender o lençol", sem dizer o que queria... Quando fui buscar "O Velho, o Rapaz e o Burro", tem muito a ver com as reacções dispares de algumas pessoas, para justificarem a sua ausência: uns não iam porque era demasiado "intelectual"; outras achavam que aquela cultura era demasiado popular; e outros ainda, achavam que deviam ser só para a SCALA e com pessoas da SCALA...

Estavam todos errados. Embora soubéssemos (eu e o Fernando, falámos várias vezes sobre o assunto...) que a cultura era uma coisa de minorias, queríamos chegar ao maior número de pessoas, sem qualquer tipo de prurido social ou cultural.

E foi muito bom, enquanto durou... Como tudo na vida, teve o seu tempo. Mas foi uma boa "pedrada no charco" na cultura de Almada.

Nota: texto publicado inicialmente no "Casario do Ginjal".

(Fotografia de Gena de Souza - Almada)

quarta-feira, fevereiro 27, 2019

A Primeira Exposição Colectiva da SCALA na Oficina de Cultura...


A SCALA com menos de um ano de vida, já tinha como sócios vários artistas plásticos e fotógrafos de Almada, pelo que se pensou na possibilidade de se realizar uma exposição artística colectiva na Oficina de Cultura de Almada.

Felizmente o Município acolheu da melhor maneira esta ideia, abrindo as portas desta sua Casa da Cultura à SCALA e a primeira exposição foi inaugurada a 7 de Abril de 1995.

Por ser a primeira foi bastante diversificada, além da componente artística (fotografia e artes plásticas), deu realce aos seus poetas, escritores e também coleccionistas...

E não mais parou. 

No próximo sábado, às 16 horas, será inaugurada a 25.ª exposição artística anual, que a partir de 2003 passou a ser designada por FESTA DAS ARTES DA SCALA (uma ideia de Luís Milheiro...).

segunda-feira, maio 21, 2018

Luís Milheiro e Romeu Correia na SCALA


Na tarde de sábado, falou-se menos do "Passeio Mágico com Romeu Correia" e mais de "Romeu Correia, entre dedicatórias & aproximações".


Como tem acontecido nas apresentações dos cadernos de poesia de Luís Milheiro, a leitura de poemas é sempre colectiva e festiva. Os onze poemas foram lidos por muitos dos presentes, e alguns mais que uma vez, por Clara Mestre, Maria Gertrudes Novais, Gabriel Sanches, Luís Milheiro, Manuela Silva e Arminda Vieira.


Mas nos intervalos da declamação o autor explicou o porquê de alguns poemas (deste a fonte de inspiração, à sua história...), que também foram comentados por Alberto Pereira Ramos, que recordou que o poema "As Tuas Mãos" também poderia ter sido inspirado numa fotografia da sua autoria, que está no Museu da Academia Almadense, em que o Romeu Correia foi "apanhado" a falar com as suas mãos, ele que era um contador de histórias tão expressivo...

(Fotografias de Luís Eme e Maria Manuel Pires)

terça-feira, maio 15, 2018

Luís Milheiro e Romeu Correia na SCALA


No próximo sábado, às 16 horas, Luís Alves Milheiro vai fazer uma nova apresentação do seu "Passeio Mágico com Romeu Correia" e também o lançamento do seu caderno de poemas, "Romeu Correia, entre dedicatórias & e aproximações". 

Os eventos realizam-se na sede social da SCALA (rua Conde Ferreira, Almada).


domingo, fevereiro 18, 2018

Quando a Fotografia e a Poesia Dão as Mãos...


A inauguração da exposição, "Arte com História e com Gente", foi bastante concorrida e todos demonstraram gostar das imagens do Luís Eme, com pormenores artísticos muito originais.


Mas o melhor veio a seguir, por que após a apresentação curta dos dois cadernos de poesia da autoria do mesmo artista, mas agora com a "pele" de Luís Alves Milheiro, aconteceu poesia, com a leitura colectiva da "Praça Miguel Bombarda". Mais de uma dúzia de pessoas declamaram os poemas do caderninho, homenageando uma mão cheia de senhores da nossa cultura, do Camões ao Amadeo, num ambiente de grande camaradagem e alegria. 

E depois Clara Mestre leu por inteiro o segundo caderno apresentado, "A Quase Opereta de um Amor que Ganhou Pernas Asas e Fugiu", com a sua qualidade poética reconhecida, para gáudio de todos.


A Poesia e a Arte agradeceram a festa, a pequena edição esgotou e o autor fartou-se de dar autógrafos...

Ou seja, mais uma bela tarde cultural na SCALA.

(Fotografias de Clara Mestre e Luís Eme)

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Fotografia e Poesia na SCALA


Após a inauguração da exposição serão apresentados dois cadernos de poesia, da autoria de Luís Alves Milheiro, "Praça Miguel Bombarda" e "A Quase Opereta de um Amor que Ganhou Pernas, Asas e Voou", com leitura de poemas.

terça-feira, fevereiro 13, 2018

"Arte com História e com Gentes"


No sábado, às 16 horas, será inaugurada a exposição de fotografia, "Arte com História e com Gentes" de Luís Eme, na sede da SCALA (Rua Conde Ferreira, Almada).

terça-feira, novembro 14, 2017

A Exposição de Homenagem ao Romeu...


A exposição "Romeu, entre Palavras, Olhares e Sonhos", organizada e idealizada por Luís Milheiro, foi inaugurada no sábado à tarde com a presença de vários amigos. 


Houve ainda outro atractivo, a animação musical do Gabriel, com a sua "pianola".


A sua originalidade e qualidade tem sido bastante elogiada por todos aqueles que já a visitaram.

Informamos que a exposição pode ser visitada até ao dia 24 de Novembro, no horário habitual de funcionamento da sede / galeria (quartas, quintas e sextas entre as 15 e as 18 horas).

(fotografias de Luís Eme)

domingo, novembro 05, 2017

A Apresentação do "Passeio Mágico com Romeu Correia"


Na tarde de ontem a Sala Pablo Neruda encheu-se de gente, que não quis perder a apresentação do livro, "Passeio Mágico com Romeu Correia", do nosso sócio e dirigente, Luís Alves Milheiro.


A mesa de honra foi composta por Maria João Ferro, em representação da Câmara Municipal de Almada, o autor, Fernando Barão, um dos nossos sócios fundadores que apresentou o livro e também Francisco Gonçalves, grande actor amador e associativista, que declamou dois poemas de Fernando Barão dedicados a Romeu Correia.
Fernando Barão com a bonita idade de 93 anos, fez uma excelente apresentação do livro, falando do livro e recordando pequenos episódios sobre o Romeu e sobre Almada.


Luís Milheiro fez o agradecimento final, grato a todos os amigos que disseram presente, não se esquecendo de revelar  que o objectivo principal deste livro é  dar a conhecer aos almadenses (com um foco especial nos que não tiveram o prazer de conhecer) Romeu Correia, pelas suas próprias palavras, nas vertentes em que mais se celebrizou (como desportista, escritor e dramaturgo), sem esquecer os seus lugares de eleição e outros temas pertinentes.

(Fotografias de João Miguel)

quarta-feira, novembro 01, 2017

"Passeio Mágico com Romeu Correia" de Luís Alves MIlheiro



«Envio-vos mais um lembrete para o lançamento do meu livro sobre o Romeu Correia, que se realiza no próximo sábado, 4 de Novembro, às 16 horas, na Sala Pablo Neruda do Fórum Romeu Correia.

O livro será apresentado pelo Fernando Barão, escritor e associativista almadense, que é uma das pessoas que melhor o conheceu (a par de Alberto Pereira Ramos, Alexandre Flores e Alexandre Castanheira).

Como já vos disse o livro está organizado em forma de entrevista (ou conversa...) e as respostas às minhas perguntas são mesmo ditas e escritas pelo Romeu (extraídas de entrevistas, crónicas e ensaios de jornais, revistas e boletins). Todos aqueles que conheceram bem o Escritor Almadense, vão reencontrá-lo. Quem não teve esse prazer, poderá agora descobri-lo, na primeira pessoa.

A única "ficção" do livro é a sua segunda parte, em que o Romeu resolveu aparecer, para ver como estava esta sua Almada, no ano do Centenário do seu nascimento e acabamos por conversar sobre este 2017...

É por todas estas razões que fico à vossa espera no sábado.

Apareçam!»

(conteúdo do e-mail enviado pelo Luís Milheiro aos amigos ilustrado com a capa do livro da autoria do nosso associado Mártio)