Foi - e continuará a ser - uma grandes grandes figuras do nosso País nas Artes Plásticas, cujo reconhecimento artistico atravessa os cinco continentes, devido à sua qualidade e ao traço artístico tão singular.
Este blogue foi criado como mais um elemento informativo da SCALA, uma Sociedade Cultural de Almada, que dá uma atenção especial às Artes e Letras, deste Concelho à Beira Tejo plantado. Como as duas pessoas que o criaram e "alimentaram" já não fazem parte dos Corpos Gerentes da SCALA, a partir de 2019 ele promete continuar a ser Scalano, mas deixa de ser um "blogue oficial", apostando mais na vertente histórica, e navegando com total liberdade pelas "águas" da Cultura e História de Almada...
segunda-feira, julho 01, 2024
A Homenagem da SCALA a Manuel Cargaleiro
terça-feira, janeiro 02, 2024
Fernando Barão comemora hoje o seu Centenário
Fernando não se limitou a ser sócio fundador da nossa Sociedade, foi muito mais longe. Todos aqueles que acompanharam os primeiros anos de vida da SCALA, sabem que ele, além de ter sido o elemento mais carismático dos quinze "pais" da Associação, foi também um dos seus principais dinamizadores, durante pelo menos duas décadas.
São razões mais que suficientes para que a SCALA se associe e festeje com orgulho todas as manifestações culturais que sejam feitas para homenagear e recordar esta grande figura da Cultura e do Associativismo Almadense.
(Fotografia de Gena Souza - Almada)
sábado, novembro 25, 2023
José Luís Tavares (1936-2023)
Embora tenha deixado de ser sócio da SCALA, pouco tempo depois de deixar de fazer parte dos Corpos Gerentes da nossa Colectividade (de uma forma pouco compreensível, mas ele era assim...), nunca perderá a sua condição de fundador, nem mesmo agora que nos deixou.
José Luís Tavares, mesmo sem ser uma figura consensual, teve um papel importante na vida da SCALA, enquanto Presidente da Direcção. Deu um bom contributo para a afirmação da nossa Colectividade no panorama associativo local, graças à sua capacidade de trabalho e espírito de iniciativa.
sexta-feira, dezembro 30, 2022
Não Vale a Pena Esconder a Realidade...
As notícias aqui no blogue têm sido reduzidas, ano após ano.
A explicação mais plausível é o nosso afastamento do dia a dia da SCALA.
Claro que ver que esta Associação não consegue sair do seu registo, cada vez mais insignificante, se olharmos para a história dos primeiros 20 anos, também contribui para que nem se quer apeteça abrir o "baú" da história da SCALA.
A culpa do que está a acontecer na SCALA, no Associativismo Almadense e no dirigismo nacional (até nos comandos do País...), é de todos nós, que nos afastamos e deixamos que as colectividades sejam dirigidas por gente sem o carisma e a qualidade de outros tempos.
Talvez seja tempo de todos nós repensarmos o nosso papel na sociedade e nos seus movimentos colectivos e valorizar mais a democracia...
(Fotografia de Luís Eme - Caldas da Rainha)
domingo, março 06, 2022
Carlos Durão (1929-2022)
Como ser humano, além da sua integridade, devemos salientar também a sua generosidade e a defesa intransigente dos valores colectivos, que felizmente continuam associados ao Movimento Associativo Almadense.
Enviamos as condolências aos seus familiares e amigos e deixamos aqui expresso, o nosso reconhecimento e homenagem, a um dos nossos raros (e merecidos) "Sócios de Mérito".
(Fotografia de Luís Eme)
segunda-feira, maio 07, 2018
Banda Desenhada Antiga Portuguesa (exposição e conferência)
terça-feira, março 27, 2018
Os Pormenores de Almada de Luís Bayó Veiga
terça-feira, março 20, 2018
A Bela "(Na)tureza" de Anabela Luís
quarta-feira, março 14, 2018
A "(Na)Tureza" de Anabela Luís na SCALA
terça-feira, fevereiro 06, 2018
quarta-feira, dezembro 20, 2017
quinta-feira, maio 18, 2017
terça-feira, março 28, 2017
"Partilhar um Monte de Histórias" na SCALA
sábado, fevereiro 18, 2017
Um Dia Cheio de Cultura - Tarde na Oficina de Cultura com a Festa das Artes da SCALA
domingo, outubro 02, 2016
O Regresso das "Tertúlias da SCALA"
«Caminhando pelas ruas de Lisboa, em particular nas zonas mais tradicionais, ainda é possível nos dias de hoje, observar com um olhar mais atento, pormenores, aspectos curiosos e objectos insólitos, que se encontram nas fachadas dos prédios, nas lojas antigas ou em sítios diversos que ainda resistem no mesmo local desde sempre e que são testemunhos da Lisboa do passado.







