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sexta-feira, março 20, 2026

"Ginjal: memórias que cabem dentro de retratos"


É inaugurada amanhã, às 16 horas, na sede/galeria da SCALA a exposição de fotografia, "Ginjal: memórias que cabem dentro de retratos", da autoria de Luís Eme.

Após a inauguração da mostra artística, decorrerá uma conversa aberta sobre o "Ginjal: memória e futuro", porque não convém que fiquemos muito distraídos em relação ao que irá ser o futuro desta "janela aberta de par em par" para o Tejo, que se quer que continue a ser de todos.


segunda-feira, março 09, 2026

Parque Mayer na Incrível


Os nossos associados Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas vão apresentar mais um dos seus documentários de multimédia, desta vez sobre o histórico e saudoso Parque Mayer, na passagem do seu centenário, na Incrível Almadense, no próximo sábado, 14 de Março, às 15.30 horas.

Eis algumas palavras dos autores na sua apresentação:

«Inaugurado no longínquo ano de 1922, em 15 de Junho, o Parque Mayer, foi o local de eleição lisboeta para os espetáculos de teatro de Revista.

Ficou conhecido como a "Broadway portuguesa", por nele chegarem a funcionar em simultâneo os seus 4 teatros que levaram à cena, centenas de espectáculos de Revista, comédia, farsa, opereta, e outros entretenimentos.

Além dos teatros, o Parque Mayer oferecia uma variedade de divertimentos populares, como carrinhos de choque, “tirinhos” e pavilhões de jogos de salão, sem esquecer as competições emocionantes de Luta Livre e boxe, realizadas nas temporadas de Verão nas décadas de 50 e 60, que atraíam multidões.

Não faltavam ainda, os populares restaurantes, as tascas de petiscos e farturas e as  bancas de bebidas frescas, limonadas, capilé e groselha, muito procuradas pelos visitantes do Parque Mayer nos meses quentes do ano …

O Parque Mayer foi  um marco importante na cidade de Lisboa e uma memória querida para muitos portugueses, que neste recanto da capital, marcou vincadamente as suas vidas, numa forma de prazer, diversão e alegria…»

Apareçam. Vão passar uma bela tarde!


sábado, outubro 04, 2025

O "Largo Fernando Barão" em Almada


Ontem, a meio da tarde foi descerrada a placa, no agora "Largo Fernando Barão", junto aos Paços do Concelho, para contentamento dos familiares mais próximos e de todos os amigos que não quiseram perder mais esta oportunidade de homenagear o nosso "Barão de Cacilhas".


A SCALA esteve presente e activa, não fosse Fernando Barão, um dos mais distintos fundadores da nossa Colectividade e um dos grandes associativistas almadenses do século XX.

(Fotografias de Luís Eme - Almada)


terça-feira, julho 08, 2025

"As Artes (e as manhas) dos quinze fundadores da SCALA"


Luís Milheiro organizou um pequeno caderno com um pequeno registo biográfico dos 15 fundadores da SCALA, onde analisa de uma forma sintética o seu percurso na nossa Associação.

Transcrevemos os respectivos títulos de cada crónica:

"a arte da ética e da amizade" (a Henrique Mota);
"a arte de contar, de partilhar e de estar" (a Fernando Barão);
"a arte de construir estradas e pontes culturais" (a Diamantino Lourenço);
"a arte de olhar e dar cor ao mundo" (a Arménio Reis);
"A arte de polemizar e de desconversar" (a Jorge Gomes Fernandes);
"A arte de compor e fazer livros" (a Virgolino Coutinho);
"a arte da controvérsia e da incoerência" (a Abrantes Raposo);
"a arte de complicar as coisas simples" (a Victor Aparício);
"a arte e o talento de teorizar" (a Henrique Costa Mota);
"a arte do quero mando e posso" (a José Luís Tavares);
"a arte de misturar as coisas" (a Álvaro Costa);
"a arte de ficar a ver a banda passar" (a João da Cunha Dias);
"a arte da gente pequenina sem jeito para a dança" (a Artur Vaz);
"a arte da ambiguidade e da cobardia" (a Gil Antunes);
"a arte de ser e não ser" (a Manuel Lourenço Soares);

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


sexta-feira, dezembro 06, 2024

Henrique Mota: uma vida dedicada ao Associativismo


Deixámos para o fim, propositadamente, Henrique Mota, um dos três fundadores da SCALA, que ainda estão entre nós.

Foi vice-presidente Cultural da nossa Associação nos dois primeiros mandatos da direcção, num período de grande crescimento, para o qual deu um importante contributo.

Depois verificaram-se algumas desinteligências e o Henrique foi um dos protagonistas da segunda cisão que se deu no seio da SCALA, partindo para outros desafios associativos (sem nunca deixar de ser nosso associado), mais ligados ao património de Cacilhas, sendo o principal fundador e o presidente da Associação de Cidadania de Cacilhas o Farol (cargo que mantém).

Em alguns períodos, o Farol chegou a rivalizar com a SCALA, e até a querer mesmo sobrepor-se no panorama associativo local às nossa Colectividade. Houve um ou outro mal entendido, mas foram facilmente ultrapassados, por, em parte, haver uma história comum.

De uma forma geral tem sido possível manter um bom entendimento e organizar várias iniciativas em conjunto (SCALA e O Farol) ao longo dos últimos vinte anos, em prole da Cultura e da História do nosso Concelho, graças ao bom senso e sentido colectivo de Henrique Mota e dos dirigentes da SCALA.

(Gente da História da SCALA - XXX)

Fotografia de Gena Souza)

domingo, novembro 24, 2024

Ofélia Cruz: um grande exemplo de amor à liberdade e à poesia


Ofélia Cruz não fez nada de especial para estar aqui, na lista dos "trinta" da história da SCALA.

E é por isso mesmo que está aqui. Por ser uma mulher simples, que amava sobretudo a liberdade e gostava muito de "poemas de combate", que recitava muito bem, renovando a força das palavras dos poetas (como ele gostava de Sidónio Muralha...), nos recitais colectivos da SCALA.

Também era presença assídua nas nossas "Tertúlias do Dragão", por gostar das coisas da cultura e de estar com os amigos.

Não podemos, nem devemos, esquecer o seu papel de lutadora antifascista e de Mãe, que educou os seus filhos com grande sacrifício, nos anos em que o seu companheiro de sempre, esteve encarcerado nos calabouços destinados aos nossos presos políticos.

Para nós, foi uma honra termos conhecido, e sermos amigos desta senhora extraordinária, que lutou por um mundo com espaço para todos, onde a igualdade e a justiça social não fossem apenas uma miragem.

(Gente da História da SCALA - XXIX)

Fotografia de Luís Eme)


sexta-feira, novembro 08, 2024

Guiomar Malaquias e Joana Corte, uma cumplicidade feminina especial no seio da SCALA


Guiomar Malaquias e Joana Corte foram duas das presenças mais assíduas nas "Tertúlias da SCALA do Dragão", e por isso mesmo faziam parte da chamada "Família Scalana". 

Sem qualquer desprimor para outros associados, foi nesta Tertúlia, que se criou um ambiente quase familiar, com todos aqueles que só faltavam um dos nossos serões culturais mensais, por razões inadiáveis.

A Guiomar e a Joana, faziam parte deste grupo, eram duas das pessoas que tinham prazer em conviver com os outros amigos, num ambiente de grande amizade e companheirismo. Aproveitando ao mesmo, para adquirir mais algum conhecimento, sobre isto ou sobre aquilo.

Sem fazeram parte dos "activos culturais" da SCALA, foram duas peças fundamentais para o bom relacionamento humano que se vivia na nossa Associação, num tempo diferente deste que se vive na actualidade...

(Gente da História da SCALA - XXVI e XXVII)

(Fotografia de Luís Eme)


sábado, outubro 26, 2024

Rosette Coelho: a escolha da poesia como companheira, na luta com o dia-a-dia...


Há mulheres que depois de ficarem sozinhas, fecham-se em casa, como se o mundo estivesse para acabar. Vestem-se de negro e esperam a sua vez, presas à memória do tempo em que pensavam ser felizes.

Há outras, que depois do primeiro embate com a "solidão", resolvem resistir. Dão uma ou duas voltas à vida  e levantam-se, com vontade de ir atrás de qualquer sonho lindo, que lhes ficou de "uma outra vida qualquer"...

E é assim que regressam a experimentar uma ou outra coisa, que noutros períodos da vida, as faziam sentir-se bem, criativas, mais livres e também mais preenchidas.

A SCALA teve a alegria de receber algumas destas mulheres, como foi o caso de Rosette Coelho, que trouxe consigo o amor à poesia, e ainda um sorriso contagiante, fundamentais para o nosso convívio, que juntava o social ao cultural, abrindo portas a novas amizades e à troca de saberes.

A Rosette trouxe-nos as palavras dos poetas que amava. Poetas que declamava com talento e emoção, sozinha ou em grupo (sim, fez parte do primeiro grupo de "Poetas da Scala", juntamente com Idalina Alves Rebelo, Cristina Fernandes, Nogueira Pardal e Fernando Barão).

E claro, uma alegria contagiante, que recordamos com saudade...

(Gente da História da SCALA - XXV)

(Fotografia de Luís Eme - com a Rosette a sorrir, na companhia do Fernando e da Guiomar)


terça-feira, outubro 08, 2024

Mártio: o lado artístico de Mário Martins


Já o dissemos mais que uma vez, que a SCALA foi quase obrigada a olhar para as artes plásticas, como parte integrante da Associação, devido à aderência de vários pintores, cuja qualidade deu logo nas vistas, nos nossos primeiros anos de vida. 

Um deles foi o Mártio (Mário Martins), que já era um pintor reconhecido no Concelho e não só, quando a SCALA foi fundada, em 1994 (começou a expor, individualmente desde 1963...).

Mas Mártio é um artista multifacetado, cujo talento nunca se cingiu apenas à pintura figurativa, mesmo que esta fosse  a técnica que mais o inspirou e fez dar nas vistas, ao longo de uma vida artística, de mais de sessenta anos. O impressionismo, o surrealismo também fazem parte do seu percurso como pintor, tal como realismo, entre outras experiências pictóricas.

Desenhou a carvão, modelou barro - os seus frades fizeram história -, pintou aguarelas, acrílicos, óleos, etc. Também fez ilustração - é autor de algumas capas de livros de amigos - e até de caricaturas (também ficou famosa a sua série das "Tias"...).

Olhando de soslaio para o seu outro lado, é importante referir que o Mário, além de ser um inventor premiado, fez parte do rico movimento associativo almadense, nas colectividades da sua Cova da Piedade. Especialmente na SFUAP, onde teve um papel fundamental no  crescimento e desenvolvimento do campismo.

Voltando à história da SCALA, sem o Mártio, o Mário Nery ou o Aníbal Sequeira, que estiveram connosco praticamente desde a primeira hora, a nossa Festa das Artes (entre outros eventos artísticos) não teria sido a mesma, ao longo de praticamente três décadas.

(Gente da História da SCALA - XXIV)

(Fotografia de Luís Eme )


domingo, setembro 15, 2024

Clara Mestre: o amor pela poesia e pela imagem


Durante a minha passagem pela SCALA, de praticamente duas décadas e meia, houve três mulheres que foram especiais, por razões diferentes. Já falámos de duas delas (Idalina Alves Rebelo e Gena Souza), falta falar da terceira: Clara Mestre.

Embora a Clara aparecesse na SCALA numa fase mais recente, graças à poesia (ela adora escrever e declamar...), faz parte da sua história.  Foi parte integrante da animação dos "Doces da Mimi", espaço que acabou por ser um bom ensaio para as actividades da SCALA, quando nos foi atribuída, uma sede, pelo Município.

Além da poesia, a Clara também gosta da imagem e da fotografia. E por essa razão foi uma das poetisas que aderiram de imediato à "poesia ilustrada", participando de uma forma entusiasta, ilustrando com alguma originalidade os seus poemas, com imagens que descobria aqui e ali.

A par das suas qualidades poéticas, estão as suas qualidades humanas. Não temos dúvidas de que é uma das pessoas que mais tem contribuido para que exista um ambiente saudável no seio da SCALA.

Acabou também por fazer parte dos Corpos Gerentes da SCALA, em cargos não executivos, em vários mandatos, tal é o seu gosto em participar, em fazer parte do rico associativismo almadense.

(Gente da História da SCALA - XXIII)

(Fotografia de Luís Eme)


sexta-feira, agosto 16, 2024

Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas: a paixão comum pela Imagem e pela Cultura


Desta vez homenageamos uma dupla, pois foi assim que surgiram no panorama cultural da SCALA, quando fizeram a apresentação de um dos seus belos trabalhos de multimédia sobre Lisboa, na nossa memorável "Tertúlia do Dragão".

Falamos de Luís Bayó Veiga e de Modesto Viegas, que se tornaram posteriormente associados da SCALA e têm tido uma passagem associativa e artística bastante meritória, contribuindo para a valorização da Cultura, no seio da SCALA e no Concelho de Almada.

Luís Bayó Veiga, por residir em Almada (Modesto vive em Carcavelos...), acabou por se aproximar de uma forma mais efectiva. Tornou-se frequentador assíduo da "Tertúlia do Repuxo" (foi um dos últimos resistentes, a par de Luís Milheiro, Diamantino Lourenço e Abrantes Raposo...), partilhando o seu conhecimento e paixão pela história dos bairros antigos de Lisboa, assim como as suas memórias da Cacilhas da sua infância e adolescência. Memórias que passaram a livros (felizmente), Foi também dirigente da SCALA, em cargos não executivos, em mais que um mandato.

Modesto Viegas tem tido uma participação activa sobretudo como fotógrafo de grande qualidade, apaixonado pela fotografia de natureza (embora também adore fixar alguns pormenores urbanos...), valorizando a nossa Festa das Artes da SCALA, além de outras exposições, colectivas e individuais.

Embora não tenha presente o número de apresentações multimédia que já nos ofereceram, a maioria sobre a Lisboa Antiga, penso que já ultrapassam a dúzia. São sempre momentos exaltantes, pela beleza das imagens que nos oferecem, e também pela boa escolha das musicas de fundo.

Não menos importante, é o facto de serem ambos gente boa, que gosta, e sabe estar, no meio Associativo e Cultural de Almada.

(Gente da História da SCALA - XXI e XXII)

(Fotografia de Luís Eme)


sábado, julho 20, 2024

Mário Nery: a arte, a generosidade e a discrição de mão dada


Mário Nery tem sido um artista plástico fundamental para o reconhecimento da SCALA, enquanto associação artística no Concelho de Almada, graças à sua qualidade como desenhador e pintor.  

Fez-se associado logo nos primeiros anos, tendo feito parte também dos nossos Corpos Gerentes. Além da sua participação como artista, deu ainda uma ajuda preciosa na organização e montagem de algumas exposições, sempre que foi necessário.

O Mário e a sua esposa, Emídia, foram presenças habituais nas "Tertúlias do Dragão", fazendo parte integrante da "família tertuliana scalana" (só deixaram de aparecer devido a problemas de saúde da Emídia), ao ponto de Nery se ter tornado o nosso "desenhador oficial das tertúlias" oferecendo-nos desenhos cheios de humor, que retrataram muito bem algumas das temáticas discutidas nesses saudosos encontros de cultura e de amizade de Almada.

Provavelmente devido à sua discrição (e à nossa desatenção...), não se deu destaque merecido ao presente que o Mário Nery ofereceu à SCALA, na inauguração da Sede/ Galeria, onde ainda nos encontramos, um bonito retrato de Fernando Pessoa.

Felizmente ainda vamos a tempo de enaltecer a sua qualidade como artista e como ser humano.

(Gente da História da SCALA - XX)

(Fotografia de Américo D' Souza da inauguração da Sede Social da SCALA, com Mário Nery acompanhado de Joaquim Judas, Presidente do Município de Almada, Gena Souza e o Luís Milheiro, dirigentes da casa)


sexta-feira, julho 12, 2024

A "Viagem" sobre Fernando Barão continua na SCALA


A exposição "Uma Pequena Viagem pelo Mundo de Fernando Barão" vai continuar patente na sede da SCALA até ao começo de Setembro, porque com o período de férias não estão programadas outras exposições.


Ou seja, ainda é possível ver a exposição, basta falar com a direcção da SCALA, para saber da sua disponibilidade para estarem na sede.

(Fotografias de Luís Eme - Almada)


segunda-feira, julho 01, 2024

A Homenagem da SCALA a Manuel Cargaleiro


A SCALA presta homenagem a Manuel Cargaleiro, que nos deixou ontem e foi o primeiro vencedor do "Prémio Scalano".

Foi - e continuará a ser -  uma grandes grandes figuras do nosso País nas Artes Plásticas, cujo reconhecimento artistico atravessa os cinco continentes, devido à sua qualidade e ao traço artístico tão singular.


quinta-feira, junho 20, 2024

"uma pequena viagem pelo mundo de Fernando Barão"


"Uma pequena viagem pelo  mundo de Fernando Barão" tenta dar a conhecer, pequenos pormenores da vida deste "Renascentista da Cultura", que poderão ter escapado aos almadenses, que se interessam pela cultura e pelo associativismo.

É uma mostra quase biográfica, que merece ser visitada, por todos aqueles que conheceram o Fernando Barão, e também por quem tenha curiosidade em ficar a conhecer um pouco esta grande Personalidade Cacilhense, a quem nunca ficou mal o título de "Barão de Cacilhas".

A exposição é inaugurada no próximo sábado, 22 de Junho, às 16 horas, na Sede/ Galeria da SCALA.»


sábado, junho 01, 2024

Manuel Alves Pereira: uma marca singular de alegria e um exemplo de espírito inventivo


Manuel Alves Pereira foi outra das boas surpresas reveladas nas nossas "Tertúlias do Dragão", de um almadense octagenário, natural de Lanheses (Viana do Castelo), que continuava a amar a vida e as coisas da cultura e da ciência, sempre com vontade de nos surpreender com a sua "juventude" e bonomia.

Com um passado associativo  na Academia Almadense, depois de ter passado uma boa parte da sua vida na Holanda, como emigrante, Manuel descobriu a SCALA, que passou a ser o seu espaço colectivo primordial  de amizade, cultura, história, convívio e também de algum revivalismo.

Como gostava de participar activamente no nosso dia a dia, de vez  enquanto Manuel surpreendia-nos com uma ou outra graça, fruto do seu espírito inventivo. Também escolhia poemas ou apontamentos históricos, sobre as personalidades que eram enaltecidas nas Tertúlias (que raramente perdia), para nos oferecer.

Já no final de vida conseguiu escrever e publicar um livro antológico, com as suas poesias e os seus textos de prosa, que intitulou "Algumas Memórias de Almada e de Outros Lugares", para deixar alguma coisa de seu aos outros.

Foi a concretização de um sonho...

(Gente da História da SCALA - XIX)

(Fotografia de Luís Eme - Manuel num dos seus momentos, surpreendentes e alegres, na SCALA)