Este blogue foi criado como mais um elemento informativo da SCALA, uma Sociedade Cultural de Almada, que dá uma atenção especial às Artes e Letras, deste Concelho à Beira Tejo plantado. Como as duas pessoas que o criaram e "alimentaram" já não fazem parte dos Corpos Gerentes da SCALA, a partir de 2019 ele promete continuar a ser Scalano, mas deixa de ser um "blogue oficial", apostando mais na vertente histórica, e navegando com total liberdade pelas "águas" da Cultura e História de Almada...
sábado, fevereiro 21, 2015
sexta-feira, fevereiro 20, 2015
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
terça-feira, fevereiro 17, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (11)
O
Encanto da Natureza
Ao olhar a natureza
Em contrastes tão diversos
Vemos magia e beleza
Que nos deixa boquiabertos
O verde é pano de fundo
Onde a vida passa lenta
É a riqueza do mundo
Onde a alma se alimenta
A mãe pata a navegar
Vai com calma mas segura
Parece estar a ensinar
Os filhotes com ternura
Neste rio de prazer
A cautela vai à frente
Dar meia volta, volver
Em frente, já há corrente
O pai pato, pachorrento
No seu posto a observar
Tem que estar muito atento
Não vá algum naufragar
E quando chega a noitinha
Com seu porte de soldado
Manda todos prá caminha
P’ra um sono descansado
Esta água que nos leva
Por entre pedras e prados
É a imagem que nos chega
E nos deixa extasiados.
segunda-feira, fevereiro 16, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (10)
As palavras de Manuel Delgado ilustradas pela fotografia de Aníbal Sequeira:
O
Moleiro
Roda roda meu moinho
Seja a água ou o vento
Vai trabalhando sozinho
Para tirar o meu sustento
A trabalhar lentamente
O moinho a moer
É para toda a gente
Ter o pão para comer
Para fazer o bom pão
Que o povo vai comer
Enquanto houver grão
O moinho a moer
Se moer grão a grão
O moleiro tem a certeza
Que só assim o bom pão
Chegará à nossa mesa
quinta-feira, fevereiro 12, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (9)
As palavras de Maria Gertudes Novais ilustradas por uma fotografia de Luis Eme:
Jardim
No jardim da saudade,
Onde o tédio é companheiro
Existe amor e verdade
Em tarde de soalheiro.
No búlicio da cidade
Mesmo ali ao lado,
Há tanta desigualdade
Num sentimento fechado.
O verde da natureza
Atenua a solidão,
Mata um pouco a tristeza
Que há dentro do coração.
Se for diferente o teu olhar,
De força e de coragem,
Poderás ainda sonhar,
Nesta vida, de passagem.
quarta-feira, fevereiro 11, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (8)
As palavras de Luís Milheiro, ilustradas pela fotografia de Clara Mestre:
A Mãe
Natureza
Quando ouvi o chamamento
Da encantatória mãe natureza
Não resisti e fui atrás da sua beleza,
Quase levado pelo vento
Daí a nada
Apeteceu-me gritar de felicidade
Mas fiquei ali em silêncio
Numa manobra de bom senso
A ver os peixes nadarem em liberdade
Pouco depois
O silêncio foi quebrado
Por um bando de pardais chilreantes
Com almas livres e errantes
Que voavam por todo o lado
Fizeram-me perder a vontade de nadar.
Afinal o que eu queria mesmo era voar
No meio da natureza
Onde é tão fácil descobrir a beleza.
A exposição continua patente no "Espaço Doces da Mimi" e pode ser visitava até ao dia 27 de Fevereiro.
segunda-feira, fevereiro 09, 2015
Madalena e José Saramago de Visita aos Doces da Mimi
Não éramos muitos (não chegámos às duas dezenas), mas éramos bons, daqueles que sabem escutar, questionar, e sobretudo partilhar.
Foi isso que aconteceu no sábado, com a visita da professora Madalena Mendes, que nos trouxe um livro, para ler em voz alta, o "Levantado do Chão" de José Saramago, uma das suas obras maiores, escrita em 1976, poucos meses do 25 de Novembro e da derrota da esquerda, quando ele desiludido decidiu partir para o Alentejo, para Monte Lavre, com o objectivo de dar voz a um povo há muito tempo silenciado.
E conseguiu-o, com um romance que atravessa várias gerações da família Mau Tempo, vítima de anos e anos de exploração do latifúndio, de mão dada com a igreja e a ordem de um estado, com letra pequenina.
Depois de uma primeira reflexão sobre este livro, entrámos dentro da obra de José Saramago e também da sua vida, inclusive amorosa. A sua descoberta do amor aos 63 anos não deixou ninguém indiferente, até por pessoas mais próximas dele, assistirem ao aparecimento de "um homem novo", que voltou a sorrir...
Foi tão bom contarmos com a Madalena, "leitora de voz alta", e também com todos aqueles que acrescentaram coisas boas à conversa (até poesia...), que esteve excelente, no sábado à tarde, no Espaço Doces da Mimi.
quarta-feira, fevereiro 04, 2015
O Livro "Levantado do Chão" nos Doces da Mimi
No próximo sábado, 7 de Fevereiro, às 16 horas o "Espaço Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A) recebe a visita da professora Madalena Mendes, que nos trás a obra, "Levantado do Chão", de José Saramago, para ser lido em voz alta.
Se conhece esta obra, sobre os tempos difíceis vividos pelo povo Alentejano, até Abril de 1974, tem aqui uma boa oportunidade de reviver e falar sobre este livro, emblemático na obra do nosso "Prémio Nobel".
Se não conhece, tem também a oportunidade de ficar a conhecer um livro que nos fala sobre a injustiça e a exploração, de um povo que sempre se "levantou do chão"...
Apareçam, vão gostar.
terça-feira, fevereiro 03, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (7)
As palavras de Alberto Afonso para ilustrar a fotografia de Modesto Viegas:
Gota
de vida
Olho a vida na distância
De um dia azul e milagroso
As cores são mil, e são esperança
Talvez de sol, mas invernoso.
Deixai que o momento seja
Ilha deserta ou silêncio,
Que enraizado se dilui
Na ilusão de alguém presente…
Desamarrado barco que me foge
Por indizível corrente traiçoeira
Que rouba de mim e de meus olhos
Esta gota de vida, ó feiticeira…
segunda-feira, fevereiro 02, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (6)
As Palavras de Luís Alves que ilustram uma fotografia de Luís Eme:
Cais
de Lisboa
Colunas de séculos passados
Onde o tempo não perdoa
São dois mastros apontados
Ao céu da Nossa Lisboa
Foste cais da realeza
Admirado, ainda és
Até a coroa inglesa
Ancorou a vossos pés
Nesses tempos da lonjura
Caravelas a partir
Homens bravos à procura
Dum mundo por descobrir
Gaivotas em movimento
No cais de tanta saudade
São como notas ao vento
Chilreando Liberdad
A nossa ponte
imponente
De Abril só há
gemidos
Mas o Tejo
comovente
Amena os cravos
esquecidos
Onde estão os
cacilheiros
Que a câmara não
captou?
Mais os velhos
marinheiros
Que o pai Tejo
adoptou?
Estas águas que nos
levam
E nos corta a
respiração
É o rio onde
navegam
As mágoas que vão
pró mar.
sábado, janeiro 31, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (5)
As palavras da Minda, que ilustram a fotografia de Aníbal Sequeira:
Falésia Dourada
Na FALÉSIA
DOURADA as sombras se anunciam...
Escondem as
palavras que me escapam
por entre as
pedras esculpidas
nesse vagar do
tempo perdido em equilíbrio precário.
Ao longe a
esperança renasce por entre o nada
que se
vislumbra numa miragem de enganos.
quinta-feira, janeiro 29, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (4)
O poema de Maria Amélia Cortes ilustrado pela fotografia de Gena Souza:
Mar
Almas das gentes
Mar
Revolto, tranquilo
Sinto-te
Mar que dás o pão
O luto
Mar profundo
Abismos sem fim
Mar
Que inspiras poetas
Asas, estranha sinfonia
Mar
Dos meus sonhos
quarta-feira, janeiro 28, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (3)
O poema de Erick (D'Souza) ilustrado pela fotografia de Luís Eme:
Hoje ódio
Desprezo amanhã
Os ponteiros
Continuam
Sua marcha
Inexorável
Imutáveis
Símbolos negros
Círculo branco
Tralos duvidosos
Mãos esquálidas
Três dedos
Regem nosso destino
terça-feira, janeiro 27, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (2)
O poema de Américo Morgado, que ilustra a fotografia de Modesto Viegas.
Distâncias
Ao longe as montanhas escurecem
o horizonte
Será um aviso, um sinal, um segredo
para pensar limites, medo
arranjar coragem, aventurar-me
ou para saber, que é aqui
junto a mim que estão as cores
na aparência de ser
e ter de me aproximar para conhecer?
Distâncias na distância de mim.
segunda-feira, janeiro 26, 2015
Abraço Fotográfico e Poético (1)
Vamos publicar aqui, no nosso blogue, todas as fotografias e poemas que fazem parte da 1ª exposição de poesia ilustrada, "Abraço Fotográfico e Poético". Começamos com o poema de Abrantes Raposo, que ilustra a fotografia de Fernando Barão.
A Fome
Quem disse
E diz
Que não há fome
No meu país
Não mente
Nem mentiu
Porque não a sente
Nem sentiu
Mas quem a sente
Sabe que ele mente
Quem hoje a denúncia
Quando ontem se calava,
Por conveniência
Ou conivência
E cobardia
Não pode ser ousadia
Porque não a sente
Nem sentia
Neste juízo se compreende
Quem é mais réu
Se quem acusa
Ou quem se defende
Quem está inocente
Certamente
É aquele que é gente
E a fome sente
domingo, janeiro 25, 2015
O Grupo "Renascer" nos Doces da Mimi
Após a inauguração da exposição de Poesia Ilustrada, o Espaço Doces da Mimi recebeu o grupo de música popular, "Renascer", que faz parte da USALMA e que alegrou todos os presentes com as suas bonitas canções.
Os espectadores gostaram tanto que "obrigaram" os artistas a cantarem mais duas cantigas, depois de ensaiarem a despedida.
A SCALA não só agradece a sua colaboração. como lhes dá os parabéns pelo seu excelente trabalho em prol da música popular portuguesa.
A Poesia Ilustrada da SCALA nos Doces da Mimi
A inauguração da 1ª exposição de poesia ilustrada da SCALA, correu muito bem, com a leitura de todos os poemas, pelos autores presentes (Erick, Luís Alves, Luís Milheiro, Manuel Delgado, Maria Amélia Cortes e Maria Gertrudes Novais), que leram também os dos poetas ausentes (Abrantes Raposo, Alberto Afonso, Américo Morgado, Clara Mestre e Minda).
Um aplauso para os fotógrafos (Aníbal Sequeira, Clara Mestre, Fernando Barão, Gena Souza, Luís Eme e Modesto Viegas).
Com toda a certeza que deverá ser uma experiência a repetir, esperemos que da próxima vez haja a colaboração dos nossos artistas plásticos...
Quem não pode assistir à exposição, poderá fazê-lo até ao fim do próximo mês de Fevereiro (de segunda a sábado, entre as 10 e as 18 horas, com intervalo para o almoço entre as 13 e as 15), no Espaço Doces da Mimi, rua da Liberdade, nº 20 A.
quinta-feira, janeiro 22, 2015
1ª Exposição de Poesia Ilustrada da SCALA
No próximo sábado, dia 24 de Janeiro, às 16 horas, será inaugurada no Espaço Doces da Mimi, a 1ª Exposição de Poesia Ilustrada da SCALA.
Fica desde já lançado o desafio, para aparecerem e descobrirem o que os poetas descobriram em cada um das doze fotografias expostas...que se chama, simbolicamente, "Abraço Fotográfico e Poético".
sexta-feira, janeiro 09, 2015
Apresentação de "Ginjal 1940, Poemas Dois"
Amanhã, às 17 horas, será apresentado no "Espaço Doces da Mimi, o caderno de poemas, "Ginjal 1940, Poemas Dois", da autoria de Luís Alves Milheiro.
Publicamos antecipadamente um dos poemas:
os barbeiros de cacilhas
Não falta
freguesia
aos Barbeiros
de Cacilhas,
para o corte
da barba e cabelo,
é raro ver-se
nas suas casas
uma cadeira
vazia.
Desde o velho
Quaresma,
ao filho,
“Pató”, sem esquecer o Arriaga,
o Domingos
“Espanhol”
e o finório do Jaime Soares,
são “baetas”
de tal maneira famosos,
que até
recebem clientela da Capital,
que adora os
seus bons preços
e fica para
almoçar no Ginjal.
quinta-feira, janeiro 08, 2015
terça-feira, dezembro 30, 2014
A Festa de Natal da SCALA
Como já vem sendo hábito, uns dias antes do Natal os Scalanos fazem a sua Festa. Antes realizava-se no "Dragão Vermelho", mas com o fim das "tertúlias", passámos a reunir-nos nos "Doces da Mimi".
Como de costume houve muito convívio, poesia, canções, trocas de prendas, e claro, bolo rei regado com vinho do porto e moscatel.
Foi uma boa maneira da família scalana se despedir de 2014.
segunda-feira, dezembro 15, 2014
Os Jograis da SCALA na Festa de Natal
A "Festa de Natal" organizada pela SCALA e pela Incrível Almadense foi um êxito, não só pela afluência de público que quase encheu o Salão de Festas da Incrível, mas especialmente pela qualidade de todos os intervenientes, a quem a SCALA agradece.
A SCALA marcou presença com o seu grupo de jograis (Clara Mestre, José Pedro, Luís Alves, Luís Milheiro, Maria Gertrudes Novais e São Alves) e também com a pequena Mariana, que declamaram vários poemas, alguns sobre o Natal.
terça-feira, dezembro 09, 2014
Espectáculo de Natal da SCALA e da Incrível
No próximo sábado, dia 13 de Dezembro, às 15 horas, realiza-se um espectáculo de Natal, com música, dança e poesia, no Salão de Festas da Incrivel Almadense, organizado pela SCALA e pela Incrível.
Participam no espectáculo:
Grupo Coral da Incrível Almadense
Quinteto de Música da Banda da Incrível Almadense
Grupo de Cavaquinhos da Incrível Almadense
Grupo de Dança da Universidade Senior D. Sancho I
Cantadeiras da Alma Alentejana
Circo Aéreo da Incrível
Jograis de Poesia da SCALA
Poemas de Natal da Mariana
Grupo Musical Comtradições
Grupo de Dança das Sevilhanhas do Beira Mar de Almada
Como vêm, é um programa vasto e diversificado, que além de festejar o Natal, procura ser uma Festa do Associativismo.
segunda-feira, dezembro 08, 2014
D' Souza Expôe na Sede da Associação 25 de Abril
O nosso associado e dirigente Américo D' Souza, participa na exposição colectiva, "Confederação das Colectividades - 90 Anos, 25 de Abril - 40 Anos, Associativismo e Democracia, Sempre!", organizada pela Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, como apoio da Associação 25 de Abril e da Imargem.
D' Souza participa com o quadro, "Passado, Alicerce do Futuro".
Informamos que esta exposição pode ser visitada até ao dia 14 de Dezembro, na Sede da Associação 25 de Abril, no Bairro Alto da nossa Capital.
domingo, dezembro 07, 2014
Uma Tarde de Amor em Marte na Lua e também na Terra
A tarde de sábado passada no Espaço Doces da Mimi foi muito agradável graças à apresentação do caderno de poesia ilustrada, "O Amor Existe em Marte e na Lua", da autoria de D' Souza (desenhos) e Luís Alves Milheiro (palavras).
Depois das palavras de Luís Milheiro, que explicou a génese do projecto e também a forma como se inspirou, levantaram-se questões de gente interessada (mulheres, claro...) em saber se havia alguma coisa mais por detrás daquelas palavras, mas o autor disse que não, que apenas se inspirou nos desenhos de D' Souza.
Seguiu-se a leitura de todos os poemas, que anteciparam uma sessão de poesia, onde se abordou muito a temática amorosa. Ou seja, o Amor não ficou em Marte e na Lua, também desceu à terra, nas vozes de Clara Mestre, Luís Alves, Mimi e Luís Milheiro.
sexta-feira, dezembro 05, 2014
O Amor Existe em Marte e na Lua
O Espaço Doces da Mimi (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada) acolhe amanhã a apresentação do caderno, "O Amor Existe em Marte e na Lua", às 16 horas, da autoria dos nossos associados e dirigentes Américo D' Souza e Luís Milheiro.
Apareçam, será uma oportunidade de se falar de poesia, de artes plásticas, de poesia ilustrada, e claro, de se declamarem poemas.
quinta-feira, dezembro 04, 2014
quarta-feira, dezembro 03, 2014
terça-feira, dezembro 02, 2014
Poesia com Fado Quase Vadio
No último sábado, 29 de Novembro, a "Poesia Vadia" transformou-se num espaço de convívio, animação, com musica, especialmente fado, graças aos convidados do Francisco Tonaco, que vieram à inauguração da sua exposição de pintura e ficaram.
Foi uma bela maneira de se passar a tarde nos "Doces da Mimi".
terça-feira, novembro 25, 2014
Os Pregões de Cacilhas e a Poesia
Apesar da sessão de poesia sobre Pregões e Tradições Populares ter sido mais curta (fomos de seguida ao teatro à Incrível, ver a peça, "O Amor é uma Invenção do Cinema", de Luís Milheiro), no último sábado, não deixou de ser animada. Especialmente com a leitura dos "Pregões de Cacilhas", por Clara Mestre, Luís Milheiro e Maria Gertrudes Novais.
Registámos com agrado a presença da Natália, da Manuela e do Carlos, estreantes no "Espaço Doces da Mimi". Esperamos que voltem mais vezes, claro.
sexta-feira, novembro 21, 2014
Os Pregões de Anyana e as Tradições Populares
No próximo sábado, dia 22 de Novembro, às 16 horas, vamos fazer uma sessão de poesia sobre as Tradições Populares (aproveitando a esposição de Bordonhos...), recordando os "Pregões de Cacilhas", recuperados pela nossa saudosa amiga, Idalina Alves Rebelo, que assinava os seus trabalhos como Anyana.
Apareçam e tragam poemas populares, lengalengas, ditos, etc.
Esta sessão realiza-se no "Espaço Doces da Mimi", rua da Liberdade, nº 20 A, Almada.
quinta-feira, novembro 20, 2014
A SCALA na Mostra de Teatro
Ainda que indirectamente, a SCALA também acaba por ter uma participaçãozinha na "18 Mostra de Teatro de Almada", com a peça, "O Amor é uma Invenção do Cinema", da autoria do nosso Luís Milheiro e representada pelo Cénico Incrível Almadense.
A peça estará em cena no próximo sábado, dia 22 de Novembro, às 18 horas, no Salão de Festas da Incrível Almadense.
domingo, novembro 16, 2014
Apresentação do Livro Sobre a História do Sport Almada e Figueirinhas
A cerimónia de lançamento do livro, "Sport Almada e Figueirinhas, 50 Anos de Força de Vontade", da autoria do nosso associado e dirigente, Luís Alves Milheiro, encheu a sede do Clube Cacilhense durante a tarde de ontem.
Carlos Martins, presidente da Mesa da Mesa Assembleia Geral do S. A. Figueirinhas dirigiu a sessão que contou com a presença de Joaquim Judas, presidente do Município de Almada, Ilda Garrett, representante da União das Freguesias de Almada, Cacilhas, Cova da Piedade e Pragal, Sónia Silva, representante da Confederação Portuguesa das Colectividades da Cultura, Recreio e Desporto, Luís Milheiro, autor do livro, António Neves Policarpo, apresentador do livro, José Marcelino e José Francisquinho, presidentes da Direcção e do Conselho Fiscal do Clube.
Antes da apresentação do livro foi descerrada uma placa, pelo presidente do Município, pelo presidente do S.A. Figueirinhas e também pelo autor do livro, evocativa da efeméride.
António Policarpo não só apresentou o livro, como fez uma excelente viagem histórica pela Azinhaga das Figueirinhas e também pelo associativismo almadense, oferecendo novos dados à já rica historiografia almadense.
Houve também um momento de poesia, com a declamação de dois poemas pela nossa associada Clara Mestre, com o brilho que todos lhe reconhecemos.
Joaquim Judas, o nosso presidente do Município fechou a sessão, dando os parabéns ao Sport Almada e Figueirinhas e a Luís Milheiro, não escondendo o orgulho de presidir os destinos de uma Terra que é conhecida, justamente, como a "Capital do Associativismo".
No final, antes de nos deslocarmos para a "Sede Velha", onde foi servido um porto de honra a todos os presentes, ouvimos o coro da ARPIFC cantar quatro bonitos temas, encerrando esta cerimónia da melhor maneira.
quinta-feira, novembro 13, 2014
Video Poesia III
No próximo sábado, a partir das 16 horas, o prof. José Vasco vai apresentar a video projecção, "Video Poesia III", sobre a poesia e os poetas portugueses.
Esta sessão realiza-se no "Espaço Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20 A, Almada) e a SCALA convida desde já todos os amantes da poesia, a marcarem presença. De certeza que ficarão agradados com o trabalho do prof. José Vasco.
quarta-feira, novembro 12, 2014
A História do Sport Almada e Figueirinhas em Livro
No próximo sábado, 15 de Novembro, às 15.30 horas, realiza-se na sede do Sport Almada e Figueirinhas (rua Elias Garcia, nº 45, Almada).o lançamento do livro, "Sport Almada e Figueirinhas", 50 Anos de Força de Vontade", da autoria do nosso sócio e dirigente, Luís Milheiro.
A apresentação da obra será feita pelo escritor almadense, António Neves Policarpo, que além de falar do livro também fará uma abordagem histórica sobre a Azinhaga das Figueirinhas.
quarta-feira, novembro 05, 2014
terça-feira, novembro 04, 2014
Clara na "Antologia 2014"
A nossa associada, Clara Mestre, está representada na "Antologia APP 2014", editada pela Associação Portuguesa de Poetas.
Transcrevemos o poema "Gosto"...
Gosto
Gosto do azul do céu
Do prateado do mar
Gosto das verdes campinas
Também gosto de cantar
Gosto muito de flores
E de jardins bem cuidados
Gosto da minha Lisboa
E dos pássaros, os trinados
Gosto muito de crianças
De velhinhos ainda mais
Gosto de pessoas simples
E adoro animais
Gosto de sinceridade
Quando é pura e nos cativa
E gosto de ter amigos
Que sejam p'ra toda a vida
Gosto de dizer poesia
Também gosto de me dar
Gosto da sã alegria
e adoro o verbo amar
Clara Mestre
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